- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, republicou na Truth Social uma imagem que renomeia o estreito de Hormuz para “estreito de Trump”.
- A imagem mostra navios com a bandeira dos EUA atravessando o canal, uma rota estratégica para o petróleo mundial.
- O estreito segue parcialmente bloqueado devido ao conflito entre Washington e Teerã, o que eleva os preços globais de energia.
- Os EUA buscam formar uma coalizão internacional, chamada Construção da Liberdade Marítima, para reabrir o estreito; França e Reino Unido discutem participação, condicionada ao fim das hostilidades.
- O regime iraniano disse que ataques dos EUA renderiam retaliação longa e dolorosa; o aiatolá Khamenei afirmou que os EUA sofreram derrota na guerra.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, repostou uma imagem na Truth Social que altera o nome do estreito de Hormuz para “estreito de Trump”. A imagem mostra navios com a bandeira norte-americana navegando pelo canal estratégico. O post não oferece explicações adicionais sobre a alteração.
O estreito de Hormuz é uma rota crucial para o petróleo mundial. O bloqueio, ligado ao conflito entre Washington e Teerã, segue em vigor apesar de um cessar-fogo acordado anteriormente. A volatilidade pressionou os preços da energia global.
A coalizão internacional para reabrir o estreito já é discutida por aliados de Washington, entre eles França e Reino Unido. A iniciativa, denominada Construção da Liberdade Marítima, ainda carece de detalhes formais e pode exigir consenso entre os países antes da atuação prática.
Construção da Liberdade Marítima
Segundo a AFP, os Estados Unidos não divulgaram datas nem planos operacionais. A ideia é manter pressão econômica sobre o Irã enquanto buscam apoio para libertar a passagem estratégica por vias de bloqueio e medidas diplomáticas.
Resposta do regime iraniano
O governo iraniano afirmou que qualquer ataque dos EUA resultará em ataques longos contra posições americanas na região. O aiatolá Khamenei publicou uma mensagem atribuída ao líder que classifica a situação como derrota de Washington.
Entre na conversa da comunidade