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Tribunal da Eslovênia confirma rejeição ao suicídio assistido

Supremo da Eslovênia confirma rejeição ao suicídio assistido após referendo de novembro de 2025, com 53% contra, encerrando a disputa jurídica

Sessão do Supremo Tribunal da Eslovênia em Liubliana. (Foto: Instagram/vrhovnosodisce)
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  • O Supremo Tribunal da Eslovênia confirmou a rejeição popular ao suicídio assistido, validando o resultado do referendo de novembro de 2025, com 53% dos votos contra.
  • Em julho de 2025, o Parlamento esloveno havia aprovado uma lei que autorizava o suicídio assistido, gerando reação imediata.
  • Uma mobilização da sociedade civil, com apoio de grupos cristãos e da oposição conservadora, reuniu mais de 46 mil assinaturas para forçar o referendo.
  • Ativistas contestaram o resultado, acusando a Igreja de campanha desleal; o Supremo rejeitou a contestação, alegando que não cabe ao Judiciário verificar a veracidade das declarações em campanhas.
  • A Spuc celebrou a decisão, dizendo que ela defesa a vontade popular e protege a sociedade de danos potenciais da lei.

O Supremo Tribunal da Eslovênia confirmou o resultado do referendo realizado em novembro de 2025, no qual 53% dos eleitores rejeitaram a legalização do suicídio assistido, mantendo a prática fora do ordenamento jurídico do país.

Em julho daquele ano, o Parlamento aprovou uma lei autorizando o suicídio assistido. A medida gerou reação imediata, com mobilização de setores contrários que reuniu mais de 46 mil assinaturas para levar o tema a um referendo.

Uma contestação à votação foi apresentada por ativistas, que alegaram irregularidades na campanha. O Supremo rejeitou a contestação no início deste ano, ao entender que a verificação de informações de campanhas não é função do Judiciário em disputas referendárias.

Contexto

Segundo a corte, não houve comprovação de influência significativa de eventuais irregularidades no resultado final. A decisão manteve o referendo como expressão da vontade popular e encerrou o impasse judicial iniciado com a votação.

Apoio às informações foi destacado por organizações ligadas à proteção da família e de setores conservadores, que defenderam a preservação da proibição do suicídio assistido. A defesa de alternativas de apoio à vida ganhou espaço nos debates públicos.

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