- Trump afirmou que a gasolina nos EUA deverá cair quando a guerra com o Irã terminar, e que Teerã está “morrrendo” por um acordo nuclear.
- O presidente disse que o Irã está destruído pelos ataques e que a produção de drones e mísseis caiu; a economia iraniana estaria em colapso e o bloqueio do Estreito de Ormuz seria impressionante, sem dinheiro do petróleo.
- Alegou que é possível reduzir tropas na Alemanha, e que Espanha e Itália também não ajudaram; afirmou que queria testar a lealdade dos aliados em relação ao Irã.
- Segundo ele, o uso do Estreito de Ormuz é deseado pelos EUA e não pelos aliados mencionados.
- O presidente afirmou que o mercado acionário americano está batendo recordes, mesmo com o que alguns chamam de guerra.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou na tarde desta quinta-feira, 30, na Casa Branca, que os preços da gasolina devem cair assim que a guerra no Irã terminar. Ele também afirmou que Teerã está morrendo para fechar um acordo nuclear.
Durante cerimônia de assinaturas com a presença de repórteres, Trump reiterou que o Irã não pode ter armas nucleares, e disse que o país está sendo atingido pelos ataques realizados pelos EUA e por Israel. Segundo ele, fábricas de drones e mísseis passaram por queda de produção e a economia iraniana entraria em colapso. O bloqueio do Estreito de Ormuz foi destacado como efeito relevante.
O líder americano alegou que o bloqueio tem sido eficaz, deixando o Irã sem acesso a receitas do petróleo. Ele citou ainda que o mercado acionário dos EUA segue em alta, mesmo diante de um contexto internacional marcado por tensões.
Contexto econômico e estratégico
Trump afirmou que a economia iraniana estaria em dificuldades devido às sanções e aos ataques que atingiram setores-chave. Segundo ele, o Irã não recebe recursos financeiros com o petróleo enquanto o estreito permanece sob controle aliado.
Apego a alianças e movimentos de tropas
O presidente comentou sobre alianças internacionais, mencionando possibilidade de reduzir tropas na Alemanha. Segundo ele, Espanha e Itália também seriam avaliadas, com críticas ao desempenho de apoio de tais países em relação ao Irã. Na visão de Trump, alguns aliados não colaboram como esperado.
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