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Bomba visava o ‘Açougueiro de Bucha’ e matou militar russo, diz imprensa

Explosão em quartel de Khabarovsk deixa morto e feridos; provável alvo é o major-general Azatbek Omurbekov, alvo de sanções internacionais

Militares russos envolvidos na ação militar do país na Ucrânia marcham na Praça Vermelha durante o desfile militar do Dia da Vitória no centro de Moscou em 9 de maio de 2024
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  • O ataque com bomba ocorreu na terça-feira, dia 28, em uma região leste da Rússia, dentro de um quartel fechado, deixando uma pessoa morta e várias feridas.
  • A imprensa russa e ucraniana, além de blogueiros militares, disseram que a vítima era um oficial com patente de tenente-coronel e que o alvo era o major-general Azatbek Omurbekov, conhecido como o “Açougueiro de Bucha”.
  • Omurbekov comandava a 64ª Brigada Independente de Fuzileiros Motorizados da Guarda, ligada aos primeiros dias da invasão na região de Kiev.
  • A brigada foi designada como criminosa de guerra pela Ucrânia; Putin concedeu um título honorário à unidade, e Estados Unidos, União Europeia e aliados impuseram sanções a Omurbekov e aos militares envolvidos.
  • Em Khabarovsk, três pessoas ligadas ao ataque foram detidas; a Ucrânia não se pronunciou sobre o ocorrido.

O ataque com explosivo ocorrido em um quartel militar na região leste de Khabarovsk resultou em uma morte e vários feridos. Segundo relatos de veículos de mídia russos e ucranianos, a ação aconteceu dentro de uma instalação fechada, ainda em investigação pelas autoridades locais.

A imprensa aponta que a vítima era um oficial de patente tenente-coronel, cuja identidade não foi oficialmente confirmada pelas fontes citadas. A operação foi descrita como parte de um episódio violento envolvendo militares russos na Ucrânia, ainda sem verificação independente.

Segundo informações veiculadas por produtores de conteúdo militar, o alvo poderia ter sido o major-general Azatbek Omurbekov, ligado a ações na região de Kiev no início da invasão russa. Omurbekov chefiava a 64ª Brigada Independente de Fuzileiros Motorizados da Guarda, envolvida em ações controversas na Ucrânia.

A mesma linha de reporte afirma que a brigada foi classificada como criminosa de guerra pela Ucrânia após a descoberta de corpos de civis e valas comuns na retirada russa da região. Em resposta, Putin reconheceu a brigada com título honorário; por sua vez, EUA, UE e outros aliados impuseram sanções a Omurbekov e à unidade por supostas violações dos direitos humanos.

Um tribunal em Khabarovsk informou, na quinta-feira, a detenção de três pessoas ligadas ao ataque e à desestabilização de órgãos governamentais, uma delas à revelia. A Ucrânia não se manifestou sobre o caso.

Até o momento, não há confirmação independente sobre o comprometimento direto de Omurbekov no atentado. Autoridades russas não divulgaram detalhes adicionais sobre motivação ou autoria. Kiev não comentou o episódio.

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