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Brasil e Espanha condenam detenção por Israel e exigem libertação imediata

Brasil e Espanha condenam detenção de seus cidadãos por Israel em águas internacionais; exigem libertação imediata, garantias de segurança e acesso consular

O ativista brasileiro Thiago Ávila | Reprodução
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  • Brasil e Espanha divulgaram nota conjunta condenando a detenção de dois de seus cidadãos por forças de Israel.
  • Eles estavam em embarcações da flotilha Samud interceptadas na altura da Grécia e foram levados para Creta, mas não foram liberados.
  • O governo brasileiro e o espanhol classificam a ação como sequestro fora da jurisdição israelense e ilegal, violando o Direito Internacional.
  • A nota afirma que o ato pode ser levado a cortes internacionais e configura crime nas jurisdições dos dois países.
  • Exigem o retorno imediato dos cidadãos, garantias de segurança e acesso consular; entre os detidos estão Thiago Ávila e Saif Abu Keshek, junto com ao menos cento e setenta e cinco ativistas.

Os governos do Brasil e da Espanha divulgaram uma nota conjunta para condenar a detenção de dois de seus cidadãos por forças de Israel. A ação ocorreu a bordo de embarcações da flotilha Samud, interceptadas em águas internacionais próximas à Grécia. Os detidos não foram liberados após a abordagem.

Segundo o comunicado, passageiros e tripulantes foram encaminhados à ilha de Creta. A nota classifica a detenção como sequestro fora da jurisdição israelense e aponta que a medida viola o Direito Internacional, sendo passível de contestação em cortes internacionais.

Brasil e Espanha exigem o retorno imediato dos cidadãos, com garantias de segurança, além de acesso consular para assistência e proteção. O episódio envolve ao menos 175 ativistas que viajavam rumo à Faixa de Gaza com ajuda humanitária.

Detalhes da detenção

A nota conjunta ressalta que a ação ocorreu em águas internacionais, na região da Grécia, e que dois cidadãos continuam sob detenção. As autoridades enfatizam a necessidade de garantias de segurança durante o retorno.

Contexto jurídico e desdobramentos

Os governos afirmam que a detenção pode configurar delito nas legislações brasileiras e espanholas e cita ações legais cabíveis em tribunais internacionais. A posição diplomática pede a cooperação de Israel para o acesso consular imediato.

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