- Joseph Kabila, ex-presidente da República Democrática do Congo, denunciou sanções dos Estados Unidos contra ele.
- As sanções foram anunciadas pelos EUA na quinta-feira.
- Elas são atribuídas a supostos vínculos de Kabila com um grupo rebelde que controla grande parte do leste do país, rico em minerais.
- Kabila qualificou as sanções como injustificadas, politicamente motivadas e baseadas em acusações sem comprovação.
- O consórcio de sanções envolve alegações não verificadas sobre atividades do ex-presidente na região fronteiriça.
O ex-presidente da República Democrática do Congo, Joseph Kabila, contestou as sanções impostas pelos Estados Unidos contra ele, associando-as a ligações com um grupo rebelde que ocupa uma grande parte do leste mineralizado do país.
As sanções foram anunciadas pelos EUA na quinta-feira, segundo informações oficiais do governo americano. A medida visa restringir atividades financeiras e diplomáticas vinculadas ao ex–chefe de Estado.
Kabila afirmou, em comunicado divulgado por seus representantes, que as acusações são infundadas, politicamente motivadas e baseadas em alegações não comprovadas. Não houve detalhes adicionais sobre os critérios usados pelo governo americano.
O contexto envolve o leste da RD Congo, região rica em minerais, onde o grupo rebelde mencionado atua. Autoridades locais não esclareceram possíveis desdobramentos legais ou diplomáticos imediatos decorrentes da sanção.
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