- A polícia de Israel prendeu um homem de trinta e seis anos suspeito de agredir uma freira católica francesa no monte Sião, em Jerusalém, na terça-feira (28).
- Imagens mostram o agressor correndo atrás da freira, derrubando-a no chão e desferindo chutes enquanto ela estava caída.
- A prisão foi anunciada pela polícia no X, com a promessa de responsabilizar os responsáveis por atos de violência.
- A motivação do ataque e a nacionalidade do suspeito ainda são apuradas pela investigação.
- Diplomatas franceses e o Ministério das Relações Exteriores de Israel acompanharam o caso, e a freira recebeu visitas de representantes da França enquanto a vítima se recupera.
A polícia de Israel prendeu na terça-feira (28) um suspeito de agredir uma freira católica francesa em Jerusalém. O ataque ocorreu nas proximidades do Cenáculo, no monte Sião, um lugar sagrado para cristãos e judeus. Imagens divulgadas mostram o homem correndo atrás da religiosa, empurrando-a e derrubando-a; ele retorna para desferir chutes enquanto ela já estava no chão.
A vítima sofreu arranhões e hematomas no rosto, conforme o registro da própria polícia. O suspeito, de 36 anos, foi detido durante a ação policial, cuja filmagem também foi divulgada para confirmar o andamento da ocorrência. A motivação do ataque ainda está em investigação pelas autoridades.
Prisão e registro do evento
A polícia informou, via X, que permanece firme na proteção de todas as comunidades e na responsabilização dos responsáveis pela violência. A investigação busca esclarecer as circunstâncias que levaram ao ataque nas proximidades do Cenáculo.
Reação diplomática e contexto
O padre Olivier Poquillon, diretor da Escola Francesa de Pesquisa Bíblica e Arqueológica em Jerusalém, descreveu a freira como pesquisadora da instituição. A França afirmou que a vítima está recebendo apoio consular e pediu que o autor seja levado à justiça. O Consulado-Geral da França em Jerusalém reforçou a cobrança por uma recuperação rápida e pela punição adequada.
O Ministério das Relações Exteriores de Israel emitiu um comunicado condenando o ataque como desprezível e vergonhoso, reiterando o compromisso do país com a liberdade de religião. O texto ressalta que Jerusalém deve permanecer uma cidade onde todas as comunidades possam praticar sua fé com segurança.
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