- A Agência de Inteligência Nacional (ODNI) removeu centenas de documentos da sala de leitura de FOIA em maio de 2025, após uma disputa interna, e a maioria continua acessível no Internet Archive.
- A imprensa(questionamento) diz que a purga foi provocada por um documento publicado durante a gestão Biden que gerou “frenesi”, mas a instituição não identificou qual foi.
- Antes da limpeza, a sala de FOIA reunia mais de duas centenas de documentos relacionados à inteligência divulgados durante o governo de Joe Biden.
- Um exemplo citado foi um memorando de inteligência, divulgado em 15 de novembro de 2024, sobre possíveis assassinatos de rivais políticos do presidente russo Vladimir Putin.
- A matéria mostra que, apesar da remoção no site oficial, o registro ainda pode ser encontrado em fontes públicas, mantendo a dúvida sobre qual documento provocou a retirada.
Ontem foi confirmada a existência de centenas de documentos que o Escritório do Diretor de Inteligência Nacional (ODNI) retirou de sua página de FOIA após um que chamou a atenção. A retirada ocorreu em maio de 2025, após interiormente apontarem um item que gerou polêmica durante a administração Biden. No entanto, a maior parte desses registros continua acessível na Internet Archive.
O ODNI informou que a exclusão foi motivada por um erro de postagem de um documento, considerado inadequado para divulgação, e não por uma revisão ampla dos materiais. Mesmo assim, a maior parte dos arquivos permanece disponível em plataforma de arquivamento na web, mantendo acessibilidade a pesquisadores e ao público.
Documentos remanescentes no arquivo online
Análise inicial indica que o ODNI registrou mais de 200 documentos liberados durante o governo Biden. Alguns itens liberados diretamente ao portal mostram critérios de confidencialidade e datas de publicação anteriores a 2025. O material disponível no arquivo histórico permite comparação com o que esteve disponível no site oficial.
Entre os itens de interesse, houve a divulgação de um memorando de alto nível datado de 2024, relacionado a operações de assassinatos apontados a oponentes políticos do presidente russo Vladimir Putin. O documento foi alvo de um longo esforço de obtenção por parte de pesquisadores desde 2017.
Contexto e implicações
A controvérsia envolve a gestão de informações classificadas e a transparência de documentos públicos. A administração e o ODNI não detalharam a natureza exata do item que gerou a contestação, citando políticas internas. Especialistas ressaltam a importância de manter trilhas de auditoria acessíveis para entender decisões de divulgação.
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