- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou durante evento na Flórida que os EUA poderiam “assumir” Cuba quase imediatamente após o fim da guerra com o Irã.
- A fala foi tratada como brincadeira por parte da imprensa; não há confirmação de plano concreto.
- Trump sugeriu posicionar um porta-aviões próximo à costa cubana na “volta do Irã”.
- No mesmo dia, os EUA anunciaram novas sanções contra Cuba, envolvendo bancos estrangeiros e setores como energia e mineração.
- O governo cubano reagiu, classificando as medidas como coercitivas; diplomacia entre os dois países permanece com canais abertos, com reunião em Havana ocorrida em abril.
Donald Trump afirmou nesta sexta-feira 1º, durante um evento na Flórida, que os EUA poderiam assumir Cuba quase imediatamente após o fim da guerra com o Irã. A declaração foi recebida com risos pela plateia e tratada por parte da imprensa como uma brincadeira.
O presidente comentou sobre a origem de um dos presentes no evento e disse que Cuba seria alvo de uma ação rápida dos EUA. Em seguida, afirmou que, na volta do Irã, seria possível posicionar um porta-aviões próximo à costa cubana, citando o USS Abraham Lincoln.
Trump ressaltou que Cuba tem problemas e que o objetivo seria concluir, primeiro, uma tarefa. A fala não apresentou detalhes sobre um plano concreto. A agência Associated Press informou que houve tom humorístico na fala.
Contexto de sanções e resposta diplomática
Na mesma data, os EUA anunciaram novas sanções contra Cuba, ampliando pressões sobre a ilha, que enfrenta dificuldades econômicas e de abastecimento desde o endurecimento do bloqueio ao petróleo. O presidente assinou decreto que restrinje bancos estrangeiros com relações com Havana e setores estratégicos como energia e mineração.
O governo cubano classificou as ações dos EUA como medidas coercitivas ilegais e abusivas. Autoridades de Havana reafirmaram a continuidade do diálogo diplomático, ressaltando o canal aberto entre os dois países desde abril, quando representantes se reuniram na capital cubana.
O Dia do Trabalhador coincidiu com a intensificação da postura dos dois países, enquanto o governo cubano convocou manifestações em várias cidades para defender a soberania.
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