- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta sexta-feira um decreto que amplia sanções contra o regime cubano.
- As novas medidas atingem pessoas, entidades e aliados que apoiam o aparato de segurança de Cuba ou que seriam cúmplices de corrupção e violações de direitos humanos.
- Sanções secundárias podem ocorrer para quem realizar ou facilitar transações com os alvos da medida.
- As autoridades não divulgaram de imediato quais indivíduos ou organizações foram atingidos.
- A medida ocorre em meio a uma crise na ilha, com escassez de combustível, apagões nacionais e suspensão de voos internacionais.
Trump assina decreto ampliando sanções contra Cuba, sobcrescer pressão sobre Havana diante da crise econômica que atinge a ilha. A medida foi anunciada nesta sexta-feira por funcionários da Casa Branca e divulgada pela Reuters. O objetivo é atingir pessoas, entidades e aliados do aparato de segurança do regime, bem como cúmplices de corrupção ou de graves violações de direitos humanos.
A determinação autoriza sanções secundárias para quem realizar transações com os alvos das medidas. O gosto do governo americano é pressionar o governo cubano, que tem resistido a mudanças e a negociações políticas, segundo as autoridades.
A crise cubana inclui escassez de combustível que sinaliza desabastecimento generalizado, afetando serviços públicos e a rede de saúde, com apagões em níveis nacionais. O setor de aviação também registrou suspensão de voos por companhias estrangeiras.
Contexto e impactos
O governo dos Estados Unidos já vinha adotando medidas restritivas contra Cuba, incluindo suspensão de importação de petróleo venezuelano no início do ano, após mudanças políticas na região. O rulamento recente eleva o tom da pressão para alterar o cenário econômico cubano, sem detalhar próximos passos específicos.
Trump já sinalizou que Cuba pode entrar em novo estágio de ações, sem esclarecer planos definitivos. Enquanto isso, autoridades cubanas afirmam que o modelo econômico socialista não está aberto a negociações. A administração cubana enfatiza que manterá sua trajetória política.
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