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Trump diz que cessar-fogo não exige aprovação do Congresso para guerra com Irã

Trump afirma fim das hostilidades com o Irã e diz não precisar de autorização do Congresso para a guerra, citando cessar-fogo vigente

President Donald Trump speaks to the press before departing the White House for Florida on May 1, 2026, in Washington DC
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  • Trump informou ao Congresso que as hostilidades com o Irã foram “terminadas” devido a um cessar-fogo em curso.
  • Não houve troca de tiros entre as Forças dos EUA e o Irã desde 7 de abril de 2026; as hostilidades começaram em 28 de fevereiro de 2026.
  • Foi o 60º dia desde que o presidente notificou formalmente o Congresso sobre os ataques, e a lei exige encerrar o uso das Forças Armadas em 60 dias, a menos que o Congresso permita a continuação.
  • O secretário de Defesa, Pete Hegseth, afirmou em audiência que o relógio para buscar a autorização parlamentar foi pausado pela trégua.
  • O senador Tim Kaine questionou se a interpretação estende o prazo conforme a lei.

O presidente Donald Trump afirmou ao Congresso que as hostilidades dos EUA com o Irã teriam sido “terminadas” devido a um cessar-fogo em curso, sustentando que não precisava da autorização parlamentar para o conflito. Segundo a comunicação dirigida aos líderes do Congresso, não houve troca de tiros entre as Forças dos EUA e o Irã desde 7 de abril de 2026, e as hostilidades iniciadas em 28 de fevereiro de 2026 teriam terminado.

A declaração chega 60 dias depois do presidente ter notificado formalmente o Congresso sobre ataques contra o Irã. A normativa norte-americana impõe a interrupção do uso das Forças Armadas dentro de 60 dias após essa notificação, a menos que o Congresso autorize a continuação do conflito. A defesa confirmou que o relógio legal estaria pausado durante o cessar-fogo.

Perspectiva legislativa e críticas

Durante uma audiência no Congresso, o secretário de Defesa, Pete Hegseth, sustentou que o prazo para obtenção de autorização estaria pausado, sob a interpretação de que o cessar-fogo suspende a necessidade de aprovação. O senador democrata Tim Kaine contestou, argumentando que a lei não sustenta tal leitura.

A posição de Trump desencadeou questionamentos sobre a necessidade de aprovação parlamentar para ações militares futuras, bem como sobre a continuidade do cessar-fogo e o status legal da operação. As informações são apuradas junto a fontes oficiais e ao material divulgado pelo governo.

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