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China rejeita sanções dos EUA contra cinco refinarias

China rejeita sanções dos EUA a cinco refinarias; governo emite liminar que impede reconhecimento das medidas, citando violação da lei internacional

Bandeiras da China e dos Estados Undios | Reprodução
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  • A China anunciou que não aceita as sanções dos Estados Unidos a cinco refinarias chinesas e emitiu uma liminar para retirar os efeitos das restrições.
  • A lista inclui Hengli Petrochemical (Dalian) Refinery e as chamadas “refinarias teapot” Shandong Jincheng Petrochemical Group, Hebei Xinhai Chemical Group, Shouguang Luqing Petrochemical e Shandong Shengxing Chemical.
  • No mês de abril, o Tesouro dos EUA impôs sanções à Hengli, acusando a empresa de comprar bilhões de dólares em petróleo iraniano.
  • O Ministério do Comércio chinês afirmou que as sanções violam a lei internacional e que a liminar impede o reconhecimento, implementação ou cumprimento das medidas contra as cinco empresas.
  • As sanções haviam criado dificuldades para recebimento de petróleo bruto e exigência de venda de produtos com nomes diferentes; as refinarias teapot representam cerca de um quarto da capacidade de refino da China.

O Ministério do Comércio da China afirmou neste sábado que não aceitará as sanções impostas pelos Estados Unidos a cinco refinarias chinesas acusadas de comprar petróleo iraniano. O governo de Xi Jinping emitiu uma liminar para suspender os efeitos das medidas.

Entre as refinarias sancionadas pelo governo norte-americano estão a Hengli Petrochemical (Dalian) Refinery e as chamadas refinarias teapot: Shandong Jincheng, Hebei Xinhai, Shouguang Luqing e Shandong Shengxing. As sanções foram anunciadas por Washington.

Em abril, o Tesouro dos EUA ratificou sanções contra a Hengli Petrochemical, acusando a empresa de adquirir bilhões de dólares em petróleo iraniano. No ano anterior, as outras quatro também já haviam sido alvo de medidas.

O Ministério do Comércio chineses afirmou que as sanções violam a lei internacional e as normas das relações entre países. A liminar chinesa busca limitar efeitos das medidas americanas sobre as cinco empresas.

As sanções geraram dificuldades para as refinarias, incluindo problemas para recebimento de petróleo bruto e necessidade de vender produtos com rótulos diferentes. As teapot respondem por cerca de um quarto da capacidade de refino da China.

Essas unidades operam com margens estreitas e, por vezes, negativas, e enfrentam pressão com a fraca demanda doméstica. A liminar chinesa busca assegurar operações e comércio com parceiros internacionais, segundo o governo.

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