- O vice-ministro iraniano para Assuntos Internacionais e Jurídicos, Kazem Gharibabadi, disse que Teerã entregou a um mediador paquistanês um plano para encerrar de forma permanente o conflito com os Estados Unidos.
- Segundo ele, caberá aos EUA escolher entre a via diplomática ou a continuação da postura de confronto.
- O Irã afirmou que o objetivo é garantir seus interesses nacionais e a sua segurança.
- Gharibabadi afirmou que Teerã está preparado para ambas as opções: seguir com o conflito ou iniciar negociações.
- A declaração ocorreu durante reunião com diplomatas estrangeiros em Teerã.
O Irã disse estar aberto a negociações ou a manter o confronto com os Estados Unidos, conforme afirmou Kazem Gharibabadi, vice-ministro para Assuntos Internacionais e Jurídicos. Ele informou que Teerã entregou a um mediador paquistanês um plano para encerrar permanentemente o conflito e que a decisão cabe aos EUA entre diplomacia ou continuidade do confronto.
Segundo Gharibabadi, o objetivo do Irã é assegurar seus interesses nacionais e a segurança do país. Ele destacou que Teerã está preparado para ambas as opções, referindo-se tanto a uma continuidade do conflito, que já dura mais de dois meses, quanto a um eventual processo de negociação.
A declaração ocorreu durante reunião com diplomatas estrangeiros em Teerã, na manhã de sábado, 2 de agosto de 2025. O Irã enfatizou a importância de uma solução que garanta estabilidade regional, sem detalhar condições específicas para qualquer caminho escolhido pelos Estados Unidos.
O que acontece envolve o papel de um mediador paquistanês que, segundo o Irã, foi utilizado para apresentar o plano de encerramento do conflito. A reportagem observa que as circunstâncias continuam em evolução e que não há confirmação adicional sobre etapas futuras ou sobre a receptividade norte-americana a tais propostas.
A situação permanece sob observação internacional, com autoridades de diversas capitais acompanhando os desdobramentos. O Irã reiterou o interesse em proteger seus interesses nacionais, enquanto o sentido de responsabilidade sobre o caminho a seguir recai sobre Washington.
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