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Pai e filha criam esquema milionário com falsificação de obras de arte nos EUA

Pai e filha criam esquema de falsificação de obras de arte nos EUA, com mais de duzentas peças vendidas por US$ 2 milhões; risco de até vinte anos de prisão

Esquema incluía a produção de certificados falsos
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  • Pai Erwin Bankowski e a filha Karolina Bankowska admitiram fraude de pelo menos US$ 2 milhões, com a criação de mais de duzentas obras falsificadas entre 2020 e 2025.
  • As peças eram apresentadas como obras de artistas famosos, como Pablo Picasso, Andy Warhol e Banksy, vendidas com alegações de passagem por coleções privadas ou galerias que teriam fechado.
  • O esquema chegou a produzir certificados falsos e carimbos de galerias, com as obras enviadas a leilões e galerias em todo o país, chegando a ser anunciadas por até US$ 160 mil.
  • A dupla pode pegar até vinte anos de prisão e deve devolver cerca de US$ 1,9 milhão às vítimas.
  • Autoridades destacam que a fraude prejudica artistas nativos americanos e compromete a integridade do mercado de arte.

Um casal dos Estados Unidos foi flagrado em um esquema de falsificação de obras de arte. Erwin Bankowski e Karolina Bankowska se declararam culpados de enganar compradores e comercializaram peças falsas entre 2020 e 2025, totalizando mais de 200 obras.

A dupla pretendia vender as peças como se fossem originais de artistas famosos, incluindo Pablo Picasso, Andy Warhol e Banksy. Os golpes envolveram certificados e carimbos de galerias falsos, com obras enviadas a leilões e galerias em todo o país por valores que chegavam a US$ 160 mil.

O escritório de acusação aponta prejuízos de pelo menos US$ 2 milhões, cerca de US$ 1,9 milhão sendo devolvidos às vítimas. Eles podem pegar até 20 anos de prisão, além da obrigação de ressarcir as vítimas. A investigação aponta a relação com um mercado que também afeta artistas nativos americanos.

Envolvidos

Erwin Bankowski e Karolina Bankowska atuaram de forma familiar, segundo autoridades dos EUA, fortalecendo o esquema com a produção de peças e certificados falsos. As peças foram comercializadas por meio de galerias e casas de leilão em território americano.

Como operava o golpe

Os falsificadores diziam que as obras passavam por coleções privadas ou galerias que fecharam, dificultando a verificação de procedência. O esquema incluía carimbos e documentos que simulavam autenticidade para enganar compradores e colecionadores.

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