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Paraguai estabelece decreto para 50% de etanol na mistura de combustíveis

Paraguai assina decreto que exige 50% de etanol nacional na gasolina, com entrada em até 180 dias e incentivos a produtores

O governo destaca que a estratégia pretende assegurar demanda contínua para o setor sucroalcooleiro
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  • Paraguai assina decreto que exige que cinquenta por cento do etanol utilizado na gasolina seja produzido no país, para fortalecer a produção nacional e o mercado interno do setor sucroalcooleiro.
  • A obrigatoriedade deve entrar em vigor em até cento e oitenta dias após a publicação da norma, com incentivos fiscais para produtores que atenderem aos requisitos.
  • A medida busca diversificar a matriz energética e reduzir a dependência de combustíveis importados, estimulando o etanol de cana-de-açúcar.
  • A assinatura ocorreu em Assunção, com a participação de autoridades do setor energético e do setor agrícola.
  • O governo acompanhará a implementação e avaliará impactos econômicos e ambientais, visando consolidar a indústria sucroalcooleira e ampliar a competitividade regional.

O Paraguai assinou um decreto que determina que 50% do etanol misturado à gasolina seja produzido no país. A medida visa fortalecer a produção nacional e proteger o mercado interno do setor sucroalcooleiro. O objetivo é assegurar demanda estável para o setor.

A norma entra em vigor em até 180 dias após a publicação. Ela também prevê incentivos fiscais para produtores de etanol que cumprirem os requisitos. A ideia é estimular a produção local de etanol de cana-de-açúcar.

A assinatura ocorreu na capital Assunção, durante cerimônia oficial com autoridades do setor energético e do agronegócio. A expectativa é que a medida gere empregos e contribua para o crescimento sustentável da indústria.

O decreto reforça a diversificação da matriz energética paraguaia e a redução da dependência de combustíveis importados. O instrumento busca tornar o setor sucroalcooleiro mais competitivo na região.

Especialistas dizem que a política pode ampliar a participação do etanol nacional no mercado. A medida também aparece alinhada a metas de sustentabilidade e redução de emissões de gases de efeito estufa.

O governo disse que acompanhará a implementação e avaliará impactos econômicos e ambientais ao longo do tempo. A monitoria ocorrerá para medir efeitos sobre produção, emprego e sustentabilidade.

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