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Presidente de Cuba defende território diante da ameaça de Trump

Díaz-Canel afirma que Cuba defenderá a soberania em cada palmo do território diante de ameaça de intervenção de Trump após a guerra com o Irã

Manifestações do Dia do Trabalho em diversas cidades tiveram como tema a defesa da soberania nacional
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  • O presidente cubano Miguel Díaz-Canel respondeu, em X, às ameaças de Donald Trump de, ao fim da guerra com o Irã, tentar “assumir” Cuba.
  • Díaz-Canel afirmou que nenhum agressor encontrará rendição em Cuba e que o povo defenderá a soberania em cada palmo do território.
  • Trump disse, durante evento na Flórida, que poderia pressionar Cuba militarmente assim que a guerra no Irã termine.
  • O presidente americano sugeriu a possível presença de um porta-aviões próximo à costa cubana e mencionou concluir um trabalho antes de outra intervenção.
  • Na mesma sexta, Washington impôs novas sanções a Cuba, enquanto o Dia do Trabalho foi marcado por protestos em defesa da soberania cubana.

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, comentou em seu perfil no X sobre as declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, que afirmou que poderia tomar a ilha após o fim da guerra com o Irã.

Díaz-Canel assegurou que nenhum agressor, por mais poderoso, encontrará rendição em Cuba, destacando a defesa da soberania e da independência em cada palmo do território. A fala ocorreu neste sábado, 2, em resposta às falas de Trump.

Trump havia dito, durante um evento na Flórida, que poderia pressionar Cuba militarmente ao final do conflito com o Irã, incluindo a possibilidade de enviar um porta-aviões para as imediações da costa cubana.

O anúncio de novas sanções contra Cuba foi feito na mesma sexta-feira pelo governo americano, sob a alegação de que Havana representa ameaça extraordinária para a segurança nacional dos EUA.

A notícia repercutiu no Dia do Trabalho, com manifestações em Havana e em outras cidades cubanas, centradas na defesa da soberania nacional.

Díaz-Canel afirmou ainda que as ameaças de agressão militar dos EUA atingem uma escala perigosa e sem precedentes, segundo a sua leitura das declarações de Washington.

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