- Quatro brasileiros foram dados como mortos na guerra da Ucrânia, divulgado em 30 de abril por um canal no Telegram ligado ao Kremlin.
- Os nomes são Antonio Pricio Martins Ribeiro (Ceará), Dime Wester Guilherme da Costa (Minas Gerais), Jardel Sipriano Caetano (Espírito Santo) e Eliseu Delis Pereira Martins (Tocantins); todos integravam as fileiras ucranianas.
- O comunicado afirma que as mortes ocorreram durante confrontos com o Batalhão Vostok, na região de Donbass.
- A Embaixada do Brasil na Ucrânia não foi informada sobre os óbitos, segundo fontes do Metrópoles; porém, um familiar de Jardel Caetano confirmou a morte ao G1 do Espírito Santo.
- O Itamaraty atualiza que, desde 2022, trinta brasileiros morreram em combates na região, sendo vinte e dois ao lado da Ucrânia e oito ao lado russo.
Quatro brasileiros foram dados como mortos na guerra da Ucrânia. A divulgação partiu de um canal no Telegram ligado ao Kremlin, especializado em rastrear combatentes estrangeiros. O anúncio ocorreu em 30 de abril, indicando que os brasileiros lutavam ao lado das forças ucranianas no Donbass, em confrontos com o Batalhão Vostok.
Os identificados são Antonio Pricio Martins Ribeiro, do Ceará; Dime Wester Guilherme da Costa, de Minas Gerais; Jardel Sipriano Caetano, do Espírito Santo; e Eliseu Delis Pereira Martins, do Tocantins. O grupo de combatentes estrangeiros os teria visto no front, segundo o comunicado.
Até o momento, não houve confirmação formal da Embaixada do Brasil na Ucrânia sobre as mortes, segundo fontes ouvidas pelo Metrópoles. Um familiar de Jardel Sipriano Caetano confirmou a morte ao G1 do Espírito Santo.
Segundo o Itamaraty, 30 brasileiros que se juntaram aos combates morreram desde o início da guerra, em 2022. Desse total, 22 teriam morrido ao lado de forças da Ucrânia, enquanto 8 atuavam ao lado da Rússia.
Contexto e números oficiais
- A informação oficial sobre brasileiros mortos na Ucrânia tem sido difícil de confirmar de forma independente.
- Autoridades brasileiras costumam acompanhar casos de brasileiros que viajam para o conflito, mas nem sempre há confirmação imediata.
- Dados do Itamaraty refletem o total de mortos entre combatentes voluntários desde 2022, sem detalhar nacionalidades ou filiações específicas de cada caso.
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