- Trump afirma que vai revisar o plano do Irã para encerrar a guerra no Oriente Médio; proposta foi encaminhada a Washington na sexta-feira (1º) por meio do Paquistão.
- O presidente americano publicou nas redes sociais que analisará o documento, mas afirmou que não seria aceitável enquanto o Irã não pagasse um preço alto pelo que fez nos últimos 47 anos.
- O Irã, por meio do vice‑ministro Kazem Gharibabadi, disse que o plano busca encerrar o conflito de forma permanente e que cabe aos EUA escolher entre via diplomática ou continuação do confronto.
- Trump voltou a atacar os democratas, criticando o líder no Senado, Chuck Schumer, e a contratação de Eric Holder para iniciativas de “integridade eleitoral”, repetindo alegações de fraude na eleição de dois mil e vinte sem apresentar provas.
- O republicano pediu uma reação mais firme do seu partido, defendendo o fim do filibuster e a adoção de salvaguardas eleitorais antes das eleições de meio de mandato.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou neste sábado que irá revisar o plano enviado pelo Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio. A proposta chegou a Washington na sexta-feira (1º), encaminhada pelo Paquistão.
O Irã, por meio do vice-ministro Kazem Gharibabadi, informou que o objetivo do plano é encerrar o conflito de forma permanente. Ele destacou que cabe aos americanos escolher entre diplomacia ou a continuidade do confronto.
Trump, em post na rede social, sinalizou a revisão do plano, mas afirmou que o Irã ainda não pagou um preço suficientemente alto pelos últimos 47 anos. A declaração ocorreu após a entrega formal do documento.
Plano iraniano e entrega diplomática
A proposta foi enviada a Washington na sexta-feira (1º) e transmitida pelo Paquistão, segundo autoridades envolvidas. O conteúdo visa definir condições para o fim do conflito com os EUA.
Entre os pontos de discussão, está a possibilidade de avanços diplomáticos ou, alternativamente, a continuidade de tensões. O Paquistão atuou como canal de comunicação entre Teerã e Washington.
Reações e cenário político
No mesmo sábado, Trump voltou a atacar o Partido Democrata, citando o líder no Senado, Chuck Schumer, e a contratação de um ex-procurador-geral para tratar de suposta integridade eleitoral. As informações foram veiculadas por meio de postagens.
O presidente também reiterou a defesa de mudanças no Senado, incluindo o fim do filibuster. Ele pediu firmeza aos correligionários e afirmou que aliados devem agir com rapidez diante do que chamou de desestabilização.
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