- O Júri Nacional Eleitoral do Peru pediu auditoria de TI abrangente para revisar o resultado do primeiro turno, realizado em doze de abril de dois mil e vinte e seis.
- Até agora, cem por cento? Não: 97,5% das cédulas foram contabilizadas.
- A candidata conservadora Keiko Fujimori lidera a corrida; a disputa pelo segundo lugar ainda não está definida.
- Roberto Sánchez, de esquerda, e Rafael López Aliaga, ultraconservador, brigam pela segunda posição, com diferença de cerca de vinte e oito mil votos.
- Mais de um milhão de votos contestados estão sob revisão; o resultado definitivo depende dessa análise, conforme o JNE quer fortalecer a transparência, a integridade e a confiabilidade dos pleitos.
O Júri Nacional Eleitoral (JNE) do Peru pediu, neste sábado (2.mai.2026), uma auditoria de TI abrangente para analisar os resultados do primeiro turno das eleições gerais realizadas em 12 de abril. A medida visa verificar a condução da apuração.
A apuração ainda não foi concluída: 97,5% das cédulas já foram contabilizadas, mas a diferença pelo segundo lugar persiste. Keiko Fujimori, candidata conservadora, lidera o pleito, enquanto Roberto Sánchez e Rafael López Aliaga disputam a posição de vice-líder.
Mais de 1 milhão de votos contestados passam por revisão, e o desenrolar da contagem depende dessa análise. O segundo turno está programado para junho, com resultados preliminares esperados até o dia 15 de maio.
Auditoria solicitada pelo JNE
O JNE afirma que a auditoria de TI representa um passo concreto para fortalecer transparência, integridade e confiabilidade dos resultados eleitorais. A medida busca esclarecer eventuais inconsistências antes do segundo turno.
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