- O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, deve viajar à Itália nesta semana para se reunir com o papa Leão XIV na quinta-feira, segundo uma fonte do Vaticano.
- Será o primeiro encontro pessoal conhecido entre Leão XIV e uma autoridade do gabinete dos EUA em quase um ano.
- A visita acontece num contexto de tensões entre EUA e Europa, após críticas públicas de Donald Trump ao pontífice, e busca-se reduzir atritos com alianças europeias.
- Rubio deve conversar com Pietro Parolin, chefe da diplomacia do Vaticano, e pode encontrar a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni, conforme relatos italianos.
- O momento acompanha a retirada de cinco mil militares dos EUA da Alemanha e a presença de quase dezessete mil soldados americanos na Itália (dados de base histórica).
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, viajará à Itália nesta semana para se reunir com o papa Leão 14, segundo uma fonte do Vaticano. O encontro está previsto para quinta-feira, como parte de uma viagem diplomática norte-americana.
A reunião seria o primeiro encontro pessoal entre o papa e uma autoridade do governo dos EUA em quase um ano. A confirmação foi feita por uma fonte sênior familiarizada com os planos, que pediu anonimato.
Trump chamou Leão 14 de violento em redes sociais nesta semana, após críticas do pontífice a ações norte-americanas e israelenses. Os ataques políticos aumentaram a tensão entre as duas vias de governo.
Agenda e possíveis encontros
Rubio deve manter conversas com o ministro das Relações Exteriores da Itália, Pietro Parolin, segundo relatos de imprensa italiana. Não há confirmação sobre reunião com a primeira-ministra Giorgia Meloni.
Parte da viagem envolve reduzir atritos entre EUA e Europa após críticas de Trump à liderança italiana. Fontes do Vaticano e do governo italiano não responderam imediatamente aos jornais.
Contexto internacional
A viagem ocorre dias após o Pentágono anunciar a retirada de 5.000 soldados dos EUA da Alemanha, movimento que impacta a relação transatlântica. A presença de tropas americanas na Itália é significativa, com bases ativas de cerca de 13 mil soldados.
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