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Amsterdã proíbe anúncios de carne nas ruas

Amsterdã proíbe anúncios de carne e de combustíveis fósseis em vias públicas para reduzir emissões, primeira capital a adotar a medida

A lei aprovada em janeiro tornou Amsterdã a primeira capital do mundo a proibir esses anúncios em vias públicas
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  • Amsterdã proibiu anúncios de carne e de combustíveis fósseis em espaços públicos, como ruas, praças e pontos de ônibus.
  • A regra entrou em vigor no dia 1º de maio, após aprovação da Câmara Municipal em janeiro.
  • A medida faz parte de esforços para incentivar dietas à base de vegetais e reduzir impactos ambientais.
  • A cidade busca zerar emissões líquidas até 2050 e elevar participação de proteínas de origem vegetal de 40% para 60% até o fim desta década.
  • Proibições semelhantes já existem em Haarlem, Haia e Utrecht, consolidando a Holanda como líder regional nesse tema.

A cidade de Amsterdã proibiu a veiculação de anúncios em vias públicas que promovam carne ou combustíveis fósseis. A norma entrou em vigor no dia 1º de maio. A medida busca incentivar dietas à base de plantas e uma mobilidade mais sustentável, reduzindo o impacto ambiental.

A lei, aprovada pela Câmara Municipal em janeiro, torna Amsterdã a primeira capital global a banir esse tipo de publicidade em espaços públicos. A proibição abrange outdoors, ruas, praças e pontos de ônibus da cidade.

Os anúncios proibidos incluem produtos da cadeia da carne e serviços que dependam de combustíveis fósseis, como hambúrgueres, carros a gasolina, cruzeiros e viagens aéreas. A iniciativa é parte de um conjunto de ações climáticas.

A cidade mira zerar as emissões líquidas até 2050. Além disso, pretende aumentar de 40% para 60% a participação de proteínas de origem vegetal no consumo local até o fim desta década.

Contexto e desdobramentos

A produção de carne é associada a desmatamento e a emissões de gases do efeito estufa. O GroenLinks e o Partido pelos Animais apoiam a medida, destacando benefícios à saúde pública e ao clima.

Outras cidades holandesas já adotaram proibições similares, como Utrecht e Haia. Haarlem foi precursor em 2022. Em 2025, Haia rejeitou uma ação judicial contra a publicidade proibida.

Fontes: DW/Deutsche Welle, DPA, Efe, OTS.

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