- O navio de cruzeiro MV Hondius, com 149 pessoas a bordo, permanece não atracando na Praia, Cabo Verde, após o governo local proibir a operação por questões de saúde pública.
- O barco segue no mar, isolado, enquanto as autoridades avaliam a evacuação e discutem opções de deslocamento para as Ilhas Canárias (Las Palmas e Tenerife).
- Há três mortes associadas ao caso e três outros casos de possível contaminação em análise, com dois tripulantes apresentando sintomas respiratórios graves.
- A Organização Mundial da Saúde participa das investigações; Cabo Verde solicitou apoio internacional para futuras evacuações.
- A OMS informou que o risco para a população em geral é baixo e que há tratamento apenas de suporte, sem vacina ou medicamento específico disponível.
O navio de cruzeiro MV Hondius permanece à deriva na costa de Cabo Verde, após ser proibido de atracar no porto da Praia. A operação envolve 149 tripulantes e passageiros de 23 nacionalidades, e há uma preocupação com um possível surto de hantavírus a bordo. A embarcação segue ancorada próximo ao arquipélago, sem previsão de atracagem.
Casos e medidas a bordo indicam uma situação médica grave. Três mortes estão em investigação, e há seis passageiros e membros da tripulação com sintomas ou contágio potencial. A operadora Oceanwide Expeditions relata dois óbitos no navio e um após desembarque.
O que aconteceu envolve a proibição de desembarque para evitar risco à população local. As autoridades de Cabo Verde decidiram não liberar a atracagem, citando proteção à comunidade. A OMS acompanha o caso e trabalha com os países envolvidos.
Quem está envolvido inclui a Oceanwide Expeditions, a administração marítima de Cabo Verde e autoridades de saúde locais. A diretora do Instituto Nacional de Saúde Pública de Cabo Verde afirmou que o navio não recebeu autorização para atracar na Praia.
Quando ocorreu a situação envolve eventos recentes: o navio partiu de Ushuaia, na Argentina, com destino a Cabo Verde. Mortes ocorreram ao longo de abril e início de maio, com confirmação parcial de hantavírus em uma das pessoas adoecidas.
Onde acontece envolve o litoral de Cabo Verde, próximo à capital Praia. A costa africana foi o cenário da intervenção médica e da negociação para possível evacuação. A ausência de autorização para desembarque continua vigente.
Por quê a evacuação está sendo estudada? A operação depende de autorizações de Cabo Verde e envolve possíveis ambulâncias aéreas para remover pacientes. As autoridades de saúde trabalham para facilitar remoção segura, se autorizada.
Situação médica e informações adicionais indicam que duas pessoas apresentam sintomas respiratórios agudos entre os tripulantes. A organização coordena com autoridades holandesas para possível repatriação, sujeita a autorização local.
OMS informa que o risco para a população geral permanece baixo. A organização atua em cooperação com autoridades nacionais, oferecendo suporte médico e vigilância. Não há confirmação de transmissão entre pessoas.
Hantavírus é transmitido principalmente por roedores infectados, com risco de sintomas graves. Não há vacina disponível e o tratamento foca no alívio de sintomas. A letalidade varia conforme o tipo de hantavírus.
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