- Tucker Carlson criticou o presidente Donald Trump em entrevista ao The New York Times, questionando a decisão de iniciar uma guerra contra o Irã em fevereiro.
- Ele disse que o conflito teve impactos mais graves do que esperava, afetando a economia e colocando vidas em risco.
- Carlson afirmou que defendia Trump por anos com a promessa de evitar intervenção no Irã, reconhecendo que a situação chegou a esse ponto.
- O apresentador afirmou que o governo de Israel influenciou a decisão, chegando a chamar Trump de “escravo” de interesses ligados ao premiê Benjamin Netanyahu.
- Carlson avaliou que a guerra pode enfraquecer o Partido Republicano e prejudicar o legado de Trump.
O apresentador Tucker Carlson criticou o presidente Donald Trump em entrevista publicada pelo The New York Times neste sábado, 2 de maio de 2026, sobre a decisão de iniciar uma guerra contra o Irã. Carlson disse que o conflito trouxe consequências mais graves do que previa, afetando a economia e colocando vidas em risco.
Ele relembrou o período em que apoiava Trump, afirmando ter defendido que o então presidente evitaria uma nova intervenção militar no Oriente Médio, especialmente contra o Irã. Hoje reconhece ter passado por erro ao defender essa posição.
Carlson descreveu o ataque iniciado em fevereiro como um erro grave, com impactos negativos no cenário externo e interno dos EUA. O apresentador afirmou ainda que houve pressão sobre Trump, citando influência de Israel e do governo de Benjamin Netanyahu na decisão.
A avaliação é de que a guerra pode enfraquecer o Partido Republicano e comprometer o legado de Trump, segundo a entrevista. Carlson indicou que o episódio pode redefinir a leitura pública sobre a liderança do ex-presidente.
Repercussões políticas e econômicas
A discussão aponta para possíveis efeitos nos mercados e na percepção pública sobre o alinhamento de Trump com aliados no exterior. A entrevista ao NYT gerou debates sobre a estratégia de política externa adotada pelo ex-presidente.
A publicação gerou reação entre analistas, que destacaram a mudança de tom de Carlson e o papel de influências externas nas decisões de Trump. A reportagem completa foi veiculada pelo The New York Times, ampliando o escrutínio sobre o relacionamento entre EUA, Israel e Irã.
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