- Gianinna Maradona afirmou em entrevista que a internação domiciliar de Diego Maradona foi resultado de um plano para mantê-lo sob controle, que “saiu do controle” com o tempo, em meio ao julgamento sobre sua morte em San Isidro.
- Ela apontou uma estrutura por trás das decisões após a neurocirurgia de 2020, citando o advogado Matías Morla, o ex-secretário Maximiliano Pomargo e a contadora Vanesa Morla como possíveis responsáveis a serem indiciados.
- A filha questionou a atuação da equipe médica, destacando que o objetivo teria sido controlar o ex-jogador para viabilizar contratos e a gestão de suas marcas, sustentando que houve foco econômico.
- Segundo Gianinna, houve pressão para manter o jogador em internação domiciliar em vez de internação psiquiátrica, com Luque descrito como figura central na condução do processo.
- O julgamento, que começou em abril, avalia culpa de sete profissionais de saúde por homicídio com dolo eventual; uma enfermeira será julgada separadamente. Maradona faleceu em 25 de novembro de 2020.
Gianinna Maradona afirmou nesta semana, em entrevista, que a internação domiciliar de Diego Maradona ocorreu dentro de um suposto plano para manter o ex-jogador sob controle, que acabou saindo do alcance da família. O tema surge enquanto ocorre o julgamento em San Isidro sobre as circunstâncias da morte, em 2020.
Ela criticou não apenas a equipe médica, que responde judicialmente, como também o entorno próximo do pai, incluindo o advogado Matías Morla, o ex-secretário Maximiliano Pomargo e a contadora Vanesa Morla. Segundo a filha, esses indivíduos estariam vinculados a interesses financeiros.
A declaração sugere que houve organização por trás das decisões pós neurocirurgia, com alegações de que o objetivo seria controlar contratos e marcas do ex-jogador. O debate gira em torno de quem dirigia o conjunto de decisões tomadas durante a internação.
Julgamento e acusações
O processo envolve a acusação de homicídio com dolo eventual contra sete profissionais de saúde, sob o argumento de que haveria conhecimento técnico que poderia levar à morte. A defesa diz que o paciente foi vítima de negligência.
Gianinna indicou que o foco econômico estaria orientando as ações de alguns envolvidos, incluindo o médico de referência da família. Ela mencionou que sinais ignorados durante o período em casa contribuíram para o desfecho clínico.
Durante o caso, áudios vazados de profissionais de saúde seriam vistos como tentativa de proteção legal, segundo a filha. O julgamento, iniciado em abril, busca esclarecer as causas da parada cardiorrespiratória que levou ao óbito do ex-jogador.
Entre na conversa da comunidade