- A Marinha do Irã afirmou ter impedido navios de guerra americanos de entrar no estreito de Ormuz, dizendo que dois mísseis atingiram um navio dos EUA próximo a Jask, no Golfo de Omã.
- O Comando Central dos EUA negou que algum navio da Marinha dos EUA tenha sido atingido; a Reuters não verificou de forma independente.
- O Irã havia alertado as forças norte‑americanos para não entrarem na hidrovia estratégica, após Trump dizer que guiaria navios retidos no Golfo.
- Trump afirmou, em rede social, que guiaríamos esses navios com segurança para fora das hidrovias restritas, para que possam continuar seus negócios.
- O Irã mantém o bloqueio quase total de navios que entram e saem do Golfo desde o início do conflito; o Comando Central dos EUA disse que apoiaria a operação de resgate com quinze mil militares, mais de cem aeronaves e outros recursos.
O Irã afirmou ter impedido navios de guerra norte-americanos de entrar no estreito de Ormuz nesta segunda-feira (4), segundo a TV estatal. A agência Fars informou que dois mísseis teriam atingido um navio de guerra dos EUA perto de Jask, no Golfo de Omã, após desconsiderar avisos iranianos.
O Comando Central dos EUA negou que qualquer navio americano tenha sido atingido. A Reuters não verificou o relato de forma independente. O episódio ocorre em meio a tensões crescentes na região desde o início do conflito atual.
Contexto e orientação de segurança
O Irã declarou que não permitiria movimentos não coordenados com suas Forças Armadas no estreito de Ormuz, garantindo a coordenação para a passagem segura de navios. O país reforçou que navios estrangeiros, especialmente norte-americanos, seriam atacados caso se aproximassem.
Desde o início do conflito, o Irã bloqueou a maioria dos navios que passam pelo Golfo, restringindo o fluxo de petróleo e gás, com impactos sobre os preços internacionais. Analistas acompanham os desdobramentos na região e a resposta internacional.
Apoio militar dos EUA
O Comando Central dos EUA informou que manteria o bloqueio naval enquanto apoia operações de resgate com cerca de 15 mil militares, mais de 100 aeronaves e navios de guerra. A declaração enfatizou a importância da segurança regional e da economia global.
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