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Líder do Hezbollah afirma que não há cessar-fogo no Líbano após ataques

Líder do Hezbollah afirma que não há cessar-fogo no Líbano, descrevendo agressão israelense-americana, com ataques e retirada israelense em curso

Naim Qassem, chefe do Hezbollah, em discurso televisionado
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  • O líder do Hezbollah, Naim Qassem, afirmou que não há cessar-fogo no Líbano, chamando o conflito de agressão israelense‑americana em andamento.
  • Ele disse que não existe linha amarela ou área de segurança, e que o grupo terá sucesso inevitável.
  • Israel emitiu nova ordem de retirada para quatro aldeias no sul do Líbano, em meio ao cessar-fogo instável.
  • Pelo menos uma pessoa morreu e outras três ficaram feridas em Arab Salim; quatro paramédicos ficaram feridos em Srifa, segundo a Agência Nacional de Notícias do Líbano.
  • As Forças de Defesa de Israel disseram que passaram a atacar infraestrutura do Hezbollah no sul do Líbano, em operação contra militantes próximos às suas tropas.

O líder do Hezbollah, Naim Qassem, afirmou nesta segunda-feira (4) que não existe cessar-fogo no Líbano, e sim uma agressão israelense-americana em curso. Ele falou em meio a ataques do grupo contra as forças israelenses e a instável trégua entre as partes.

A comunicação ocorreu após Israel emitir uma ordem de retirada para quatro aldeias no sul do Líbano. O Exército israelense acusa o Hezbollah de violar o cessar-fogo vigente e de manter ações fora das áreas designadas.

Pelo menos uma pessoa morreu no domingo em Arab Salim, no distrito de Nabatieh, segundo a Agência Nacional de Notícias do Líbano (NNA). Três feridos, entre eles uma criança, também foram reportados pela NNA, com base no Ministério da Saúde.

Situação no terreno

Cinco indivíduos ficaram feridos em ataques a Srifa, no sul, no distrito de Tire, informou a NNA, incluindo quatro paramédicos. Os ataques israelenses já ceifaram 2.679 vidas e deixaram 8.229 feridos, segundo o Ministério da Saúde.

As Forças de Defesa de Israel afirmaram ter começado a atacar a infraestrutura do Hezbollah em várias áreas do sul do Líbano. A operação visa combater supostos militantes próximos às suas tropas, segundo a军.

O Hezbollah, por sua vez, intensificou a ofensiva contra as forças israelenses e reivindicou 11 ataques no domingo, segundo contagem da CNN, o maior número de ataques retaliatórios desde o início do cessar-fogo.

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