- O secretário-geral da Otan, Mark Rutte, afirmou que as nações europeias entenderam o recado de Trump e que os acordos sobre uso de bases devem ser cumpridos.
- O governo dos Estados Unidos informou a retirada de cinco mil soldados da Alemanha, em sinal de descontentamento com os aliados, conforme declaração de Trump.
- Espanha afirmou que bases em seu território não podem ser usadas na guerra contra o Irã; outros países, como Montenegro, Croácia, Romênia, Portugal, Grécia, Itália, Reino Unido, França e Alemanha, passaram a implementar solicitações de apoio logístico.
- Rutte disse que cada vez mais nações pré-posicionam recursos perto do Golfo para uma próxima fase e que algumas devem participar de uma missão para garantir a liberdade de navegação no Estreito de Hormuz, ao fim do conflito.
- Na Itália, a primeira-ministra Giorgia Meloni disse não apoiar a retirada de tropas americanas; Trump mencionou a possibilidade de retirar tropas da Itália e da Espanha, e Meloni afirmou que pode se reunir com o secretário de Estado americano Marco Rubio.
O secretário-geral da Otan, Mark Rutte, afirmou que os países europeus entenderam a mensagem de Donald Trump sobre o uso de bases militares. Ele disse que a aliança está assegurando a implementação dos acordos de base no continente.
Segundo Rutte, a Espanha informou que suas instalações não poderão ser usadas na guerra contra o Irã. Ainda assim, países como Alemanha, França e Reino Unido já vinham implementando solicitações de apoio logístico e uso de bases.
Rutte reforçou que outros Estados, incluindo Montenegro, Croácia, Romênia, Portugal, Grécia, Itália e Reino Unido, estão adotando medidas para facilitar o apoio às operações. A meta é manter a mobilidade e a logística no conflito regional.
A reunião ocorreu na Armênia, durante a Cúpula da Comunidade Política Europeia. A Itália também participou, com Giorgia Meloni sinalizando que não apoiaria a retirada de tropas americanas do país. Meloni pode se reunir com oficiais dos EUA ainda esta semana.
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