- O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que um acordo de paz entre Israel e Líbano é viável, mas difícil.
- O principal obstáculo, segundo Rubio, é o grupo Hezbollah, apoiado pelo Irã.
- Para avançar, é necessário que o governo libanês tenha capacidade de combater e desarmar o Hezbollah, com mediação dos EUA.
- Trump anunciou, no mês passado, um cessar-fogo entre Israel e Líbano, com promessa de discussões sobre um acordo permanente.
- Até o momento, as negociações não de concretizaram, mas os EUA afirmam estar bastante comprometidos com o processo de diálogo entre as partes.
Marco Rubio, secretário de Estado dos Estados Unidos, sinalizou que é viável um acordo de paz entre Israel e Líbano, mas alertou que o processo será complexo. O objetivo é que o governo libanês tenha capacidades para enfrentar o Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã.
Rubio disse, em coletiva na Casa Branca, que o conflito não envolve apenas Israel e Líbano, mas principalmente o Hezbollah. O diplomata ressaltou a necessidade de mediação para que as partes avancem rumo a um cessar-fogo estável.
O secretário afirmou que os EUA apoiam o diálogo entre os governos libanês e israelense, com o objetivo de desarmar o Hezbollah e fortalecer as instituições libanesas. A ideia é que forças armadas e governo estejam, de fato, aptos a enfrentar o grupo.
Contexto e próximos passos
Trump anunciou, no mês anterior, um cessar-fogo temporário entre Israel e Líbano e indicou que a discussão sobre um acordo permanente ocorreria em encontro entre os líderes em Washington. Até agora, não houve formalização de negociações.
Rubio acrescentou que Washington permanece bastante dedicado ao processo de negociação, mantendo o diálogo ativo entre as partes para evitar reativação de violência. O foco é alcançar um acordo duradouro que supra a atual instabilidade.
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