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Aliada de Maduro é ratificada como presidente do Supremo da Venezuela

Plenário ratifica Caryslia Rodríguez como presidente do TSJ venezuelano, consolidando linha próxima a Maduro e continuidade da Sala Eleitoral

A presidente do TSJ, Caryslia Beatriz Rodríguez, ao lado do ex-ditador Nicolás Maduro, em imagem de 2024 (Foto: Miguel Gutiérrez/EFE)
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  • O plenário do Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela ratificou Caryslia Beatriz Rodríguez como presidente da corte, cargo ocupado desde janeiro de dois mil e vinte e quatro.
  • Ela seguirá também à frente da Sala Eleitoral do TSJ, conforme a decisão anunciada nesta segunda-feira, quatro de maio.
  • Rodríguez é próxima do ex-ditador Nicolás Maduro e filiada ao Partido Socialista Unido de Venezuela; já atuou como prefeita interina de Caracas.
  • A parlamentar liderou ações favoráveis ao regime, incluindo a confirmação do resultado da eleição presidencial de dois mil e vinte e quatro, que manteve Maduro no poder.
  • A imprensa venezuelana informou que Delcy Rodríguez deve promover uma ampla reforma no TSJ, com pelo menos doze dos vinte juízes deixando os cargos, sendo oito por aposentadoria.

O plenário do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) da Venezuela ratificou nesta segunda-feira 4 de maio que a juíza Caryslia Beatriz Rodríguez continuará na presidência da corte. A decisão confirma que ela liderará também a Sala Eleitoral do TSJ.

Rodríguez ocupa o cargo desde janeiro de 2024. A confirmação ocorreu em sessão em que a permanência da presidente foi aprovada, mantendo-a à frente da atuação eleitoral do tribunal. A informação é do site Efecto Cocuyo.

Conexões políticas e decisões do TSJ

A juíza é próxima do ex-ditador Nicolás Maduro e filiada ao Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV). O tribunal tem sido apontado por opositores como alinhado ao regime chavista, especialmente por decisões ligadas à eleição de 2024.

Contexto recente no TSJ

Diversos veículos venezuelanos informaram sobre uma reforma no tribunal promovida pela atual liderança, após a captura de Maduro em operação militar dos EUA em janeiro. A reforma, segundo a imprensa, busca fortalecer o controle institucional.

Pelo menos 12 dos 20 juízes do Supremo devem deixar os cargos em caráter definitivo, sendo oito por aposentadoria, segundo informações de veículos locais. As mudanças deixam o TSJ em meio a tensões políticas no país.

A notícia de ratificação de Rodríguez chega em meio a um panorama de restructura institucional no poder judiciário, com impactos sobre a condução de processos eleitorais e a administração da Justiça na Venezuela. Fonte: Efecto Cocuyo.

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