- O repórter Felipe Santana, da Globo, está na China para produzir matérias do dia a dia e séries especiais para telejornais.
- Não é o primeiro jornalista da emissora a morar em Pequim: entre 2004 e 2007, a repórter Sônia Bridi e o repórter-cinematográfico Paulo Zero atuaram na cidade.
- Na década de 1990, o jornalista Jaime Spitzcovisky já havia feito várias matérias e entradas ao vivo na China.
- Nos anos em que morou em Tóquio, entre 2013 e 2018, Márcio Gomes também viajou à China para gravar reportagens.
- A China é destacada como tema central das relações geopolíticas e o maior parceiro comercial do Brasil, colocando o olhar do jornalismo para o gigante asiático em termos de comércio, tecnologia, cultura e comportamento da população.
Com o anúncio de que Felipe Santana será correspondente no território chinês, a Globo corrige a leitura de que a emissora chegou tarde à China. Santana, hoje no escritório de Nova York, produzirá matérias para telejornais da casa, incluindo séries especiais.
Não é a primeira vez que a Globo envia correspondente ao país. Entre 2004 e 2007, a repórter Sônia Bridi e o repórter-cinematográfico Paulo Zero representaram o canal em Pequim. Bridi chegou a lançar o livro Laowai — Histórias de Uma Repórter Brasileira na China.
Além disso, a experiência de outros jornalistas já é história da cobertura brasileira sobre o gigante asiático. Márcio Gomes visitou a China várias vezes durante o período em que ficou em Tóquio, de 2013 a 2018, para gravações no território. Na década de 1990, Jaime Spitzcovisky realizou diversas matérias e entradas ao vivo.
Histórico de correspondentes
A presença de profissionais no país reforça o olhar do jornalismo brasileiro para questões geopolíticas importantes. A China é hoje o maior parceiro comercial do Brasil e figura entre os grandes temas de comércio, tecnologia, cultura e comportamento populacional, exigindo cobertura contínua.
A reportagem busca detalhar o contexto estratégico do país para o jornalismo de grande circulação. A circulação de correspondentes entre EUA, Europa e Ásia evoluiu, tornando essencial a atuação de uma rede brasileira com base local na China.
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