- Lula e Trump devem se encontrar em Washington nesta quinta-feira (7) para discutir minerais críticos.
- O Brasil abriga a segunda maior reserva mundial de terras raras, atrás apenas da China, o que atrai interesse dos EUA.
- O economista Miguel Daoud afirma que terras raras podem orientar a negociação, ligando o tema a sustentabilidade, defesa e tecnologia.
- Daoud aponta atraso dos EUA no processamento de minerais e diz que o Brasil pode usar essa pauta como moeda de troca, com potencial de investimentos.
- O especialista vê a discussão como caminho para abrir espaço para possível redução de tarifas, com o tema das terras raras no centro do diálogo.
Lula e Donald Trump devem se reunir nesta quinta-feira em Washington para tratar de minerais críticos, com foco especial em terras raras. O encontro, que envolve temas de economia e geopolítica, prevê discutir a participação brasileira nesse mercado estratégico.
Segundo o economista Miguel Daoud, a presença da segunda maior reserva de terras raras do mundo no Brasil torna o tema central nas negociações. Daoud ressalta que o processamento dos minerais Ainda é uma deficiência norte-americana frente à China.
O economista afirma que o Brasil pode oferecer investimento como moeda de troca. A visita ocorre em meio ao interesse americano em reduzir dependência de fornecedores estrangeiros e à busca por maior competitividade diante da China.
Papel das terras raras
Daoud afirma que o tema pode abrir portas para uma eventual redução de tarifas e estimular parcerias. A atuação brasileira seria vista como ferramenta para equilibrar cadeias produtivas e sustentar estratégias de sustentabilidade.
A discussão sobre minerais críticos ganha espaço no cenário político brasileiro, com impactos potenciais para acordos comerciais e para a capacidade de o Brasil atrair investimentos. A agenda aponta para um diálogo centrado nessas reservas.
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