- A Emirates informou que retornou a 96% de sua malha global, operando para 137 destinos em 72 países.
- A retomada ocorreu após semanas de instabilidade provocadas pela escalada de tensões no Oriente Médio.
- Mesmo com a redução da malha, a empresa transportou 4,7 milhões de passageiros entre 1º de março e 30 de abril.
- O conflito elevou o risco no Golfo e no principal hub da companhia, em Dubai, levando à suspensão de operações no aeroporto local em determinados momentos.
- No Brasil, a Emirates mantém voo diário de São Paulo para Dubai e cinco frequências semanais entre Rio de Janeiro, Dubai e Buenos Aires.
A Emirates anunciou a retomada quase completa de suas operações, com 96% da malha aérea global restabelecida. A recuperação ocorre após semanas de instabilidade provocadas pela escalada de tensões no Oriente Médio.
A companhia tem normalizado voos para as Américas, Europa, África, Ásia Ocidental, Oriente Médio, Extremo Oriente e Australásia. Mesmo com a malha reduzida, transports passaram por interrupções, especialmente no Golfo, devido a riscos relacionados ao conflito.
O agravamento no Oriente Médio elevou o risco operacional na região do Golfo, onde fica o hub principal em Dubai. O aeroporto local chegou a suspender operações e fechar o espaço aéreo diante de ameaças e ataques com mísseis e drones.
Durante o período mais crítico, de 1º de março a 30 de abril, a Emirates transportou 4,7 milhões de passageiros, segundo nota à imprensa. O número evidencia a pressão sobre a capacidade de operação nesse intervalo.
Detalhes operacionais e rotas no Brasil
No Brasil, a Emirates mantém um voo diário entre São Paulo e Dubai, além de cinco frequências semanais entre o Rio de Janeiro, Dubai e Buenos Aires. A empresa segue monitorando a demanda e a situação de segurança na região para ajustar a malha conforme necessário.
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