- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou a prisão de Thiago Ávila de injustificável e pediu a libertação imediata.
- Um tribunal israelense prorrogou a detenção de Ávila até domingo, 10 de maio; ele está detido na prisão de Shikma, em Ashkelon.
- A flotilha Global Sumud, com mais de cinquenta embarcações, partiu da França, da Espanha e da Itália para romper o bloqueio a Gaza; mais de 170 ativistas foram detidos pela Marinha de Israel na quarta-feira, e muitos foram libertados entre sexta-feira e sábado.
- No fim de semana, o Ministério das Relações Exteriores de Israel afirmou que dois ativistas teriam ligações com a PCPA, e o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos disse que o grupo atua clandestinamente em nome do Hamas.
- O Itamaraty lançou uma nota conjunta com o governo espanhol condenando o que classificaram como sequestro de cidadãos em águas internacionais e exigindo o retorno imediato de Ávila e de Abu Keshek com garantias de segurança.
Um ativista brasileiro foi detido pelo Exército de Israel a caminho de Gaza e permanece sob detenção. Thiago Ávila teve o barco da flotilha Global Sumud interceptado em águas internacionais na quarta-feira, 29 de abril de 2026. A prisão ocorre em Shikma, Ashkelon, onde ele está custodiado.
Na terça-feira, 5 de maio, um tribunal israelense autorizou a prorrogação da detenção até o domingo, 10 de maio. Segundo a organização Adalah, as autoridades solicitaram a prorrogação de quatro dias. Ávila e outros dois ativistas seguem detidos, com defesa feita por advogados de ONG de direitos humanos.
A flotilha Global Sumud, com mais de 50 embarcações, partiu da França, Espanha e Itália com o objetivo de romper o bloqueio a Gaza e levar ajuda à população local. No total, mais de 170 pessoas foram detidas pela Marinha de Israel na quarta-feira, com a maioria liberada entre sexta e domingo subsequentes.
Detenção e desdobramentos diplomáticos
No sábado, 2 de maio, o Ministério das Relações Exteriores de Israel indicou que os dois ativistas detidos teriam ligações com a PCPA. O Tesouro dos Estados Unidos afirmou que o grupo atua clandestinamente em nome do Hamas. O Itamaraty divulgou nota conjunta com a Espanha, condenando o que classificou como sequestro de cidadãos em águas internacionais e exigindo a libertação imediata de Ávila e de Abu Keshek, com garantias de segurança.
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