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Milionário que feriu namorada e deixou crânio danificado morre ao ouvir sentença

Milionário russo morre ao ouvir a pena de oito anos por agressão que deixou a namorada com parte do crânio, após suposto ataque cardíaco ao saber da sentença

Dmitry Kuzmin e Anzhelika Tartanova namoraram por seis meses
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  • O magnata russo Dmitry Kuzmin, 41 anos, foi condenado a oito anos de detenção na Rússia por espancar a namorada Anzhelika Tartanova, 33 anos, que ficou com parte do crânio danificada.
  • Agressão ocorreu em 23 de novembro do ano passado, quando ela terminou o relacionamento de seis meses; a modelo sofreu traumatismo craniano grave e danos cerebrais extensos.
  • Segundo a acusação, Kuzmin se passou pela namorada, enviando mensagens aos amigos dela dizendo que ela estava bem por cerca de uma semana.
  • A modelo teve fala, memória e coordenação motora prejudicadas após a recuperação, e afirmou ter ficado com muito medo ao olhar no espelho por um longo período.
  • Kuzmin morreu após ouvir a sentença, aparentemente de ataque cardíaco; houve a possibilidade de cumprir a pena sem ficar preso ao se alistar no serviço militar na guerra na Ucrânia.

O magnata russo Dmitry Kuzmin, de 41 anos, morreu após ouvir a sentença em um caso de agressão que deixou a namorada, Anzhelika Tartanova, de 33 anos, com parte do crânio ausente. O crime ocorreu na Rússia e o desfecho veio dias depois da leitura da pena.

A agressão aconteceu em 23 de novembro do ano passado, quando Anzhelika decidiu terminar o relacionamento de seis meses. O homem a atacou na rua, tentando impedir o término, e a vítima sofreu traumatismo craniano grave, com danos cerebrais extensos e sequelas cognitivas permanentes.

Após o ataque, a vítima foi socorrida por testemunhas e levada a um hospital. Mesmo assim, perdeu parte do crânio e enfrentou longos períodos de recuperação, com impactos na fala, memória e coordenação motora.

Sentença e desfecho

Segundo relatos, Kuzmin estava preso e esperava evitar a prisão por tentativa de homicídio. O juiz, porém, determinou oito anos de detenção na Rússia. Para contornar a prisão, poderia oferecer serviço militar obrigatório na guerra na Ucrânia. Nesse momento, o homem passou mal e não resistiu, vindo a morrer.

Anzhelika Tartanova, informou a imprensa local, continua sob tratamento e enfrenta consequências crônicas do ataque. A polícia não divulgou detalhes adicionais sobre a investigação em andamento. As informações são registradas pela imprensa internacional, com o The Sun entre as fontes citadas.

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