- Marco Rubio afirmou que a fase ofensiva da operação iniciada em fevereiro contra o Irã foi encerrada, com o objetivo atingido.
- A Casa Branca informou ao Congresso que as hostilidades diretas foram encerradas após o prazo de sessenta dias que exigiria autorização legislativa.
- O foco atual é o “Projeto Liberdade”, para escoltar embarcações e reduzir riscos no Estreito de Ormuz, principal rota de petróleo.
- Rubio indicou que os Estados Unidos podem retomar ações militares se o cessar-fogo for violado ou as negociações sobre o programa nuclear iraniano falharem.
- O enriquecimento de urânio e o material armazenado no Irã permanecem centrais em qualquer acordo diplomático, segundo o secretário. A região de Ormuz continua sob tensão, com apoio de outros países ao projeto.
A Casa Branca informou ao Congresso que a fase ofensiva da operação militar iniciada em fevereiro contra o Irã foi encerrada. A prioridade passa a ser a reabertura e a segurança do Estreito de Ormuz, uma rota crucial para o comércio global de petróleo. A constatação foi feita pelo senador Marco Rubio, ligado ao governo de Donald Trump.
Rubio afirma que a operação Epic Fury foi concluída e que os objetivos foram alcançados, conforme notificado ao Congresso. A nova estratégia passa a girar em torno do chamado Projeto Liberdade, para escoltar embarcações comerciais na região do Golfo e reduzir riscos de ataques no estreito.
Segundo o senador, a continuidade da ação militar pode ser cogitada caso haja violação do cessar-fogo ou falhas nas negociações sobre o programa nuclear iraniano. O tema do enriquecimento de urânio deve permanecer central em qualquer acordo diplomático.
A pauta envolve ainda a descrição de que o enriquecimento não deve se limitar apenas à prática, mas aos destinos do material armazenado em locais profundos. Rubio reiterou a visão de que o Irã representa risco global caso obtenha arma nuclear.
Tensão em Ormuz permanece como ponto sensível da crise. A região segue vital para o transporte de petróleo, com forças iranianas e operações navais lideradas pelos EUA em cena. Países estrangeiros demonstraram interesse em apoiar o Projeto Liberdade, embora Washington siga como principal executor da operação.
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