- Em 7 de maio de 2025, a fumaça branca saiu da Capela Sistina anunciando Robert Prevost como novo papa, batizado de Leão XIV, em cerimônia na Praça de São Pedro.
- Prevost, conterrâneo norte‑americano, assumiu após o conclave com 133 cardeais eleitores jurando fidelidade à Igreja Católica.
- No primeiro ano de pontificado, Leão XIV criticou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a guerra entre EUA e Israel contra o Irã.
- A viagem apostólica à África destacou a prioridade do papa em paz, reconciliação e combate à miséria em regiões afetadas por conflitos.
- Após os ataques verbais de Trump a Leão XIV, o pontífice manteve silêncio até o momento atual da reportagem, sugerindo possível resposta futura.
O rugido de Leão XIV marcou o dia 7 de maio de 2025, quando a fumaça da Capela Sistina anunciou a eleição do novo papa. Em meio à devoção, 133 cardeais juraram fidelidade à Igreja Católica, diante de uma praça cheia de turistas e fiéis no Vaticano.
A reportagem acompanhou a transição desde as portas da Capela Sistina até a Sala de Imprensa da Santa Sé. A batida das portas seladas pelo arcebispo marcou o encerramento do conclave e o início da divulgação dos detalhes oficiais.
Pouco depois, a fumaça branca sinalizou a escolha de Robert Prevost como papa Leão XIV. Um cidadão norte-americano, que vigiava a movimentação na Via da Conciliação, exclamou de alegria ao reconhecer a figura histórica que assumia o pontificado.
Em pouco tempo de liderança, Leão XIV passou a adotar tom firme em relação a críticas ao poder. O pontífice criticou, de modo direto, ações de Donald Trump, especialmente no que tange a guerras e decisões no Oriente Médio.
A imprensa informou que a viagem apostólica à África também ganhou destaque, com foco em paz, miséria e reconciliação, especialmente em áreas afetadas por conflitos civis. A atuação do pontífice passou a ser analisada como uma tentativa de mediação.
Prevost tem mostrado disposição para dialogar e enfrentar abusos de governantes. Após críticas a Trump, o papa buscou diminuir polêmicas e manter o foco em temas sociais e humanitários durante o primeiro ano de mandato.
Em resposta a ataques verbais de Trump, o titular da Casa Branca acusou o papa de colocar em risco católicos e de defender o Irã. A postura do Vaticano permanece, até o fechamento deste texto, de cautela e silêncio institucional.
O histórico de posicionamentos do pontífice segue sob escrutínio. Analistas destacam que Leão XIV busca equilibrar firmeza moral e diplomacia, com impacto esperado em relações entre Igreja e governos ao redor do mundo.
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