- Três pessoas foram retiradas do cruzeiro MV Hondius em Cabo Verde, duas delas gravemente doentes, devido ao surto de hantavírus.
- O navio, com quase cento e cinquenta pessoas a bordo, deve seguir para as Ilhas Canárias, Espanha, para receber atendimento médico.
- Três mortes já foram registradas desde o início do surto, e a Organização Mundial da Saúde afirma que o risco para a população em geral continua baixo.
- A África do Sul informou ter identificado entre as vítimas a cepa andina do hantavírus.
- Os retirados são um holandês, um alemão e um britânico; serão encaminhados a hospitais especializados na Europa.
O navio de cruzeiro MV Hondius, com quase 150 pessoas a bordo, deixou Cabo Verde e deve ancorar nas Ilhas Canárias, arquipélago espanhol no Atlântico. Três passageiros foram retirados do navio nesta quarta-feira (6), dois deles gravemente doentes, em meio a um surto mortal de hantavírus que já resultou em mortes no cruzeiro.
A operadora Oceanwide Expeditions confirmou que o Hondius está a caminho das Canárias, onde deverá receber atendimento médico especializado. Até o momento, três pessoas morreram em decorrência do surto.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o risco para a população em geral permanece baixo. A OMS informou ainda que três pacientes com suspeita de hantavírus estão a caminho de atendimento médico na Holanda.
Deslocamento e estado das vítimas
A Ministério das Relações Exteriores da Holanda informou que entre os retirados estão um hóspede holandês, um alemão e um britânico. Eles serão transferidos para hospitais especializados na Europa, sem detalhar identidades ou condições clínicas.
A África do Sul confirmou a identificação da cepa andina do hantavírus entre as vítimas. A OMS reiterou que, apesar dos casos, o risco para a população não é considerado elevado.
Contexto epidemiológico
Um passageiro suíço que retornou à Suíça após viajar no Hondius foi infectado e estava recebendo tratamento em Zurique. A autoridade suíça afirmou que não há risco para a população em geral. Tedros Adhanom Ghebreyesus, chefe da OMS, informou que os três pacientes estão a caminho de receber cuidados médicos na Holanda.
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