- A Polícia de Essex pediu aos moradores de Bradwell que verifiquem anexos, garagens, galpões ou áreas fechadas em suas propriedades em busca da psicóloga brasileira Vitória Figueiredo Barreto, desaparecida desde 3 de março na Inglaterra.
- Vitória foi vista saindo de uma universidade e pegando um ônibus em direção à região de docas de Brightlingsea, conforme imagens de câmeras de segurança.
- No dia 4 de março, novas imagens mostram a brasileira em um estaleiro na Copperas Road, no lado sul da via.
- O último sinal do celular de Vitória apontou para uma posição no mar, gerando suspeitas de possível sequestro relacionado a tráfico humano; polícia e Embaixada do Brasil acompanham o caso.
- A psicóloga, 30 anos, é cearense e estava hospedada em Colchester, buscando oportunidades acadêmicas; autoridades solicitam que a população compartilhe fotos e vídeos que possam ajudar nas buscas.
A polícia de Essex pediu apoio da população da região de Bradwell na busca por Vitória Figueiredo Barreto, psicóloga brasileira de 30 anos. Ela está desaparecida desde 3 de março na Inglaterra.
O anúncio reforça orientações para verificar anexos, garagens, galpões e áreas fechadas onde alguém possa ter encontrado abrigo. A ação visa acelerar o detecção de pistas.
Vitória foi vista pela última vez ao sair de uma universidade, pegando um ônibus rumo à área portuária de Brightlingsea. Câmeras registraram o trajeto antes do sumiço.
Desaparecimento e novos rastros
Imagens de segurança mostram a psicóloga em Brightlingsea no dia 3 de março. No dia seguinte, foi flagrada em um estaleiro na Copperas Road, às 00h16, caminhando em área industrial próxima ao riacho e à marina.
A amiga Fernanda Silvestre Costa informou ter recebido um alerta de emergência do iPhone de Vitória no dia do desaparecimento. O último sinal aponta para uma localização no mar, gerando suspeitas de possível sequestro ligado a tráfico humano.
Vitória está no exterior desde janeiro, após representar o Brasil em um congresso no Marrocos pelo Instituto Quatro Varas. Ela buscava oportunidades acadêmicas na Inglaterra e participação em palestras e doutorado.
Ela residia em Colchester, perto de Londres, e mantinha contato com uma professora local. A polícia britânica e o Consulado-Geral do Brasil no Reino Unido acompanham o caso e prestam assistência consular.
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