- O presidente Donald Trump assinou uma nova estratégia nacional de contraterrorismo, anunciada pelo diretor de contraterrorismo da Casa Branca, Sebastian Gorka.
- A estratégia foca na neutralização de ameaças terroristas hemisféricas e na incapacitação de operações de cartéis para impedir que drogas e traficantes cheguem aos Estados Unidos.
- Internamente, o documento prevê mapear e neutralizar grupos políticos violentos com ideologia antiamericana, incluindo a Antifa.
- Autoridades deverão usar instrumentos legais para identificar integrantes, vínculos internacionais e incapacitar operações antes que haja violência.
- A Casa Branca informou que autoridades vão se reunir com parceiros internacionais para ampliar esforços contra ameaças, com foco em Irã no Estreito de Ormuz, mantendo pressão sobre jihadistas e extremistas de direita.
O presidente Donald Trump assinou uma nova estratégia nacional de contraterrorismo, anunciada pelo principal assessor da Casa Branca, Sebastian Gorka. A assinatura ocorreu na terça-feira, segundo Gorka, e o documento foi apresentado como guiado pela proteção da pátria norte-americana.
A nova estratégia prioriza a neutralização de ameaças terroristas hemisféricas e a incapacitação de operações de cartéis, incluindo ações ligadas ao fluxo de drogas para os Estados Unidos. Além disso, menciona ações para desmantelar redes de tráfico humano associadas a essas organizações.
Dentro dos EUA, o plano prevê identificar e neutralizar o que o governo classifica como grupos políticos seculares violentos com ideologias antiamericanistas, incluindo referências a termos como antiamericana, radicalmente transgênero ou anarquista, citando a Antifa como exemplo. O objetivo é mapear vínculos com organizações internacionais e usar instrumentos de aplicação da lei para impedir ataques.
Gorka afirmou ainda que autoridades de contraterrorismo manterão reuniões com parceiros internacionais na sexta-feira para discutir formas de ampliar cooperação, com foco em ameaças originárias do Irã no Estreito de Ormuz. O governo mencionou também um impulso coordenado contra grupos de esquerda não identificados associados a violência, após o assassinato de um ativista conservador em setembro.
A administração informou que, em ações associadas à chamada campanha antidrogas, foram destruídas dezenas de embarcações como parte de operações que, segundo Washington, contribuíram para derrubar o líder venezuelano Nicolás Maduro neste ano. O objetivo declarado é impedir que grupos criminosos levem drogas, membros e vítimas de tráfico humano aos EUA.
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