- O secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin, afirmou que os Estados Unidos continuam sendo interlocutor essencial para a Santa Sé, apesar de tensões políticas.
- A declaração foi dada na véspera da reunião entre o papa Leão XIV e o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio.
- Parolin disse que não faz julgamentos sobre os ataques de Donald Trump ao líder da Igreja Católica, mas que os EUA permanecem relevantes para a Santa Sé.
- Ele afirmou que as críticas de Trump ao Vaticano parecem estranhas e que o Papa age como Papa.
- Rubio fará visita oficial à Itália entre 6 e 8 de maio; entre os temas discutidos estão América Latina, Cuba, Líbano e Faixa de Gaza.
O Vaticano reafirmou aos EUA o papel de interlocutor essencial para a Santa Sé, mesmo diante de tensões políticas e críticas vindas de líderes norte-americanos. A declaração foi dada nesta terça-feira (6) em coletiva à imprensa.
O cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado, disse que os Estados Unidos continuam sendo interlocutor central para questões globais. Não houve julgamento sobre ataques do presidente Donald Trump ao líder católico, apenas a constatação de parceria estratégica.
Parolin também abordou críticas de Trump ao Papa e afirmou que Robert Prevost atua como Papa em certos contextos, alegando que algumas reações parecem estranhas. A posição do Vaticano é manter canais abertos com Washington.
Agenda e próximos passos
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, fará visita oficial à Itália entre 6 e 8 de maio para fortalecer as relações bilaterais e alinhar interesses estratégicos, especialmente após as críticas de Trump ao pontífice.
Na reunião marcada para 7 de maio, Parolin informou que temas da América Latina, Cuba, Líbano e Faixa de Gaza devem entrar na pauta, refletindo a atuação da Santa Sé em questões regionais e internacionais.
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