- Um surto de hantavírus a bordo do cruzeiro MV Hondius deixou duas mortes e levou a evacuações médicas de casos suspeitos e confirmados.
- Até 7 de maio, havia cinco casos confirmados e outros três sob suspeita; passageiros evacuados retornam a seus países sob monitoramento de autoridades de saúde.
- A embarcação seguiu para as Ilhas Canárias após evacuações médicas para a Holanda; o navio vinha de Argentina a Cabo Verde, com cerca de cento e cinquenta hóspedes.
- Passageiros relatam manter o ânimo alto, usar máscaras dentro do navio e manter distanciamento, com alguns saindo para as áreas externas.
- Autoridades, incluindo a Organização Mundial da Saúde, destacam que o risco público é baixo e que as medidas de cuidado estão sendo mantidas a bordo e após as evacuações.
O cruzeiro MV Hondius, operado pela Oceanwide Expeditions, registra um surto de hantavírus que já deixou duas pessoas mortas. Biólogos e autoridades de saúde acompanham o caso, com evacuações médicas de passageiros suspeitos ou confirmados em curso. A viagem seguia de Argentina para Cabo Verde, com cerca de 150 hóspedes a bordo.
A Organização Mundial da Saúde confirmou, até 7 de maio, cinco casos confirmados e três suspeitos do vírus. Passageiros desembarcados voltaram aos seus países sob monitoramento de autoridades de saúde em cinco estados norte-americanos, sem sintomas até o momento.
A bordo, a reação inicial foi de choque e preocupação, conforme relato de frequentadores da expedição. Após a evacuação de pacientes para tratamento na Holanda, relatos indicam maior tranquilidade entre os demais ocupantes, que passam a usar máscaras e manter distância social.
Sintomas, ações e desfechos
Quem está a bordo continua tendo acesso a alimentação, com opções de refeições entregues aos camarotes. Equipes de médicos passaram a trabalhar no navio para atender possíveis novos casos e orientar a tripulação.
Passengers descrevem a situação como estável, com a operação de evacuação realizada com apoio de autoridades. Um viajante destacou que a tripulação e a operadora permanecem disponíveis para informar e auxiliar durante o período de crise.
A bordo, relatos indicam que alguns hóspedes caminham nas áreas externas e observam a vida marinha, mantendo procedimentos de biossegurança. Especialistas ressaltam que o risco público é considerado baixo, com a gravidade do surto sendo monitorada pelas autoridades internacionais.
Entre na conversa da comunidade