- A Confederação Nacional da Indústria classificou o encontro entre Lula e Donald Trump, marcado para quinta-feira, 8, como importante e oportuno.
- O presidente da CNI, Ricardo Alban, disse que desentendimentos devem ficar de lado e que questões estratégicas precisam ser tratadas de forma técnica.
- A CNI tem atuado para facilitar a interlocução entre Brasil e Estados Unidos desde o início do Tarifaço americano. A entidade organiza, na próxima semana, um encontro de empresários em Nova York.
- Na segunda-feira, 11, ocorre o Brasil-U.S. Industry Day, com mais de cincocentas lideranças, sendo mais de trinta por cento de origem americana, para discutir agenda de competitividade industrial.
- Alban afirmou que a CNI está disposta a colaborar com propostas a serem apresentadas pelo Brasil na próxima reunião entre governos, com foco em minerais críticos, inovação e energia para uma agenda de médio e longo prazo.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) avaliou como importante e oportuno o encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos EUA, Donald Trump, realizado na semana. A entidade ressalta a necessidade de deixar de lado diferenças políticas para tratar de assuntos estratégicos.
Ricardo Alban, presidente da CNI, afirmou que o diálogo entre os chefes de Estado é essencial para o avanço da relação bilateral. A CNI tem atuado desde o tarifaço americano para facilitar a interlocução entre Brasil e Estados Unidos.
A CNI informou que, na próxima semana, reunirá empresários de ambos os países em Nova York. O objetivo é discutir um roteiro de cooperação e investimentos que fortaleça a integração de cadeias de valor e inovação.
Brasil-U.S. Industry Day e perspectivas
No dia 11, deve ocorrer o Brasil-U.S. Industry Day, com mais de 500 lideranças, investidores e autoridades, sendo mais de 30% de nacionais dos EUA. O evento foca em competitividade industrial, com foco em investimentos e financiamento produtivo.
A CNI sinalizou disponibilidade para colaborar com as propostas que o Brasil apresentará aos governos. A ideia é ampliar parcerias em setores estratégicos como minerais críticos, inovação e energia, para uma agenda de médio e longo prazo.
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