- Na Tailândia, especialmente em Phuket e ilhas como Koh Samui, o rosé ganha espaço, ainda perdendo para o champanhe entre os consumidores das ilhas; a bebida é vista como leve, refrescante e com teor alcoólico moderado.
- Em Phuket, a carta de rosés passa de dez rótulos premium, com marcas como Whispering Angel, Miraval e AIX, refletindo um perfil de hóspedes que prefere nomes conhecidos.
- O distribuidor Bangkok Beer and Beverage Co. Ltd. aponta que o consumo é majoritariamente impulsionado pelo turismo estrangeiro, com o preço sendo fator decisivo para as vendas de rosé.
- Em Bali, o rosé também cresce, mas ainda não é volume core; a demanda varia com a temporada: melhor de abril a setembro, quando há mais viajantes europeus, e mais brancos secos com viajantes asiáticos no restante do ano.
- No comércio, o CIVP aponta crescimento do rosé na Ásia-Pacífico: Tailândia tem cerca de 2% de participação de mercado (CAGR de 15% entre 2019 e 2024) e a Indonésia, 1% (CAGR de 2,4%); a prioridade é ampliar disponibilidade, distribuição e visibilidade durante todo o ano.
O rosé ganha espaço no Sudeste Asiático, especialmente em ilhas de Bali e da Tailândia. Enquanto grandes cidades preferem vinhos tintos, há uma tendência para estilos mais leves, com rosés surgindo como opção próximo ao verão local. A reportagem analisa o papel das ilhas nessa curva de consumo.
Em Phuket, a oferta de rosé já supera dez rótulos, com etiquetas premium como Whispering Angel, Miraval e AIX, refletindo um público de alto padrão que busca marcas reconhecidas. Em Koh Samui, Koh Phangan e outras ilhas, o champanhe continua dominante, mas o rosé aparece como alternativa atrativa para acompanhar refeições.
Para o mercado local, a educação de canais de venda é apontada como chave. Profissionais do setor destacam que o preço é crucial: rótulos em faixa superior a Provence tendem a ter menor saída. O perfil de viajantes influencia fortemente as escolhas em bares e restaurantes das ilhas.
Perfil de Balneário em Bali
Na ilha de Bali, o rosé ainda está em crescimento e não como tema principal de demanda. O público aprecia opções acessíveis, enquanto estilos provençais ganham espaço entre consumidores mais jovens e casuais.
A sazonalidade afeta a performance. Entre abril e setembro, quando há maior presença de viajantes europeus, o rosé tem melhor aceitação; com o incremento de viajantes asiáticos, há maior demanda por vinhos espumantes e brancos secos. A procura tem mostrado aumento ao longo dos últimos anos.
Importadores avaliam ampliar portfólios, com rosés recebendo apresentações e feedbacks com mais frequência. Em Bali, os rótulos mais simples mantêm boa performance em ambiente praiano, associando preço acessível à atmosfera de bares à beira-mar.
Perspectiva do Comércio
As tendências indicam que o rosé ainda representa parcela pequena do mercado nessas regiões. Em Tailândia, o rosé responde por cerca de 2% do mercado, com CAGR de 15% entre 2019 e 2024. Na Indonésia, a participação fica em torno de 1%, com CAGR de 2,4%.
Especialistas destacam que o desafio atual é ampliar a presença varejista, fortalecer a distribuição no canal on-trade e criar momentos de visibilidade ao longo do ano. A projeção de analistas aponta potencial de crescimento significativo no Pacífico Asiático nos próximos anos, tanto em valor quanto em volume.
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