- Um pastor moçambicano afirmou ter convertido mais de sessenta prostitutas; elas passaram a ser empresárias e ajudam na igreja em Munhava, Beira.
- As mulheres formaram cinco células e, em alguns casos, lideram pequenos grupos com mais de trinta pessoas, após a conversão.
- A congregação local em Beira já conta com cerca de duzentos e sessenta e oito membros; outras pessoas, incluindo criminosos, também teriam se convertido pela evangelização.
- Durante a missão da Missão Mãos Estendidas, foi inaugurado um poço artesiano na área de Tica, Moçambique, e a equipe segue para acompanhar projetos em outras cidades e no Malawi.
- O Projeto Umodzi, presente em Moçambique e no Malawi, oferece comida, educação, ensino bíblico e água potável; em Cateme, Moçambique, há escola e igreja mantidas pelo projeto, que já levou várias crianças a entregar suas vidas a Jesus em 2024.
Um pastor de Beira, Moçambique, relatou que dezenas de prostitutas se converteram ao ouvir o Evangelho durante uma missão local da MME. O líder não revelou o nome por segurança, mas informou o impacto positivo da mensagem.
Segundo ele, mais de 60 mulheres passaram a serem empresárias e ajudaram na construção de uma igreja em Munhava. Elas também iniciaram pequenos grupos e passaram a ofertar dízimo regularmente, após um período de oração e jejum por vagas de trabalho.
Durante a visita missionária, a equipe brasileira da Missão Mãos Estendidas, incluindo o diretor do Guiame, pastor Marcos Corrêa, realizou o Seminário Bíblico Intensivo para pastores locais na região.
Continuidade da transformação
A testemunha relatou que as ex-prostitutas formaram cinco células e passaram a liderar grupos com mais de 30 pessoas cada. Em Beira, a igreja local já conta com cerca de 268 membros, com projeção de crescimento.
Pessoas de múltiplos perfis, incluindo criminosos, teriam aderido à fé por meio do trabalho de evangelização. A pastoraria celebra a mudança de vida e a expansão de atividades religiosas na comunidade.
Infraestrutura e milagres
As convertidas contribuíram para a construção da igreja em Munhava, e relatos de milagres foram mencionados pelo líder local. Entre os testemunhos, há relatos de mulheres que tiveram filhos após a conversão.
O pastor ressaltou a transformação social causada pela fé: as mulheres passaram a pregar o Evangelho e a investir nos projetos da igreja. A comunidade vê sinais de mudança e de engajamento religioso.
Expansão da missão
Durante a expedição, a equipe da MME inaugurou um poço artesiano para a comunidade de Tica. Em seguida, os líderes devem visitar outra cidade moçambicana e, depois, seguir para o Malawi.
Na África Austral, a Missão Mãos Estendidas atua há 27 anos, articulando projetos em Moçambique, Malawi, Zimbabwe e Zâmbia, com auxílio a pastores e à população carente.
Projeto Umodzi no Malawi e Moçambique
Um dos braços da MME é o Projeto Umodzi, que atua com crianças em Hatone, Malawi, e Cateme, Moçambique, sob coordenação de Marcos Corrêa. No Malawi, a iniciativa oferece alimentação, educação, ensino bíblico e água potável.
Cateme recebe ensino, alimentação e infraestrutura escolar por meio do Umodzi, com salas equipadas, banheiros e uniforme para as crianças. A ação visa ampliar oportunidades educacionais.
Impacto social contínuo
Desde 2019, o Projeto Umodzi mantém escola e igreja na aldeia malawiana, além de poços que garantem água potável. Em 2024, 76 crianças e 20 adultos entregaram suas vidas a Jesus, segundo as fontes da Missão.
Em Moçambique, o programa também beneficia crianças com alimentação, educação e ensino da Palavra, fortalecendo a rede de apoio comunitário. O trabalho tem transformado rotinas locais e perspectivas futuras.
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