- Zelensky confirmou cessar-fogo de três dias na guerra contra a Rússia, entre nove e onze de maio.
- Também haverá a troca de mil prisioneiros entre Ucrânia e Rússia, segundo o presidente ucraniano.
- Zelensky afirmou que a Ucrânia trabalha para trazer seus cidadãos de volta do cativeiro russo e ordenou preparo imediato da operação de troca.
- O anúncio foi divulgado após Trump, que publicou nas redes sociais que as negociações seguem e que o acordo parece próximo.
- A Rússia deve realizar desfile de vitória neste fim de semana, em meio a um cessar-fogo unilateral já anunciado pelo governo de Vladimir Putin.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, confirmou um cessar-fogo de três dias na guerra contra a Rússia. A pausa nos combates vai de 9 a 11 de maio, em território ucraniano.
Zelensky informou que haverá também a troca de mil prisioneiros entre os dois países, considerada crucial para a Ucrânia. A troca visa devolver civis e combatentes capturados, conforme declaração do presidente.
A Rússia planeja realizar neste fim de semana um desfile em Moscou para comemorar a vitória na Segunda Guerra Mundial. O governo russo havia anunciado um cessar-fogo unilateral para os próximos dias. Zelensky afirmou, em rede social, que a prioridade são os prisioneiros.
Desdobramentos e contexto
A declaração sobre o cessar-fogo foi divulgada após sinais mistos sobre negociações. Washington confirmou, via declaração pública, que ambas as partes concordaram com a trégua de curto prazo. O anúncio norte-americano foi replicado por outras autoridades internacionais.
Segundo Zelensky, a Ucrânia trabalha para trazer o maior número possível de pessoas de volta do que ele chamou de cativeiro russo, mantendo a preparação logística para a troca. O anúncio ocorre em meio a tensões regionais e a celebrações russas.
Observações sobre o anúncio e motivações
O governo russo havia sinalizado um cessar-fogo unilateral. A retirada de tropas e a logística da troca de prisioneiros são fatores centrais para o planejamento das próximas semanas. A pausa pretende reduzir confrontos diretos e facilitar negociações esporádicas.
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