- Musk processa a OpenAI, pedindo indenização de cinquenta bilhões de dólares e a dissolução da entidade com fins lucrativos criada pela OpenAI, além da remoção de Sam Altman do conselho.
- Shivon Zilis, confidente de Musk e mãe de quatro filhos dele, descreveu em depoimento uma conversa em que foi orientada a manter-se próxima da OpenAI para obter informações privilegiadas.
- Zilis já trabalhou para OpenAI, Tesla e Neuralink e teve relação próxima com Altman e com o presidente da OpenAI, Greg Brockman.
- O processo envolve a decisão de ter recebido investimento de US$ 10 bilhões da Microsoft na OpenAI em 2023 e acusa a empresa de violar o contrato de fundação ao priorizar lucro.
- Em depoimento em vídeo, Mira Murati, chefe de tecnologia da OpenAI, relatou desconfiança em relação a Altman antes de sua demissão e criticou a forma como o conselho lidou com o episódio.
O processo nos EUA envolve Elon Musk, Shivon Zilis e a OpenAI. Em Oakland, na Califórnia, um julgamento federal expôs a disputa entre o fundador e a atual gestão da OpenAI. Musk busca indenização de 150 bilhões de dólares e a dissolução da forma societária com fins lucrativos criada pela OpenAI.
Zilis, confidente de Musk e mãe de quatro filhos dele, foi chamada para depor. Ela teve papel de destaque ao aprovar o acordo com a Microsoft e manter relação próxima com o conselho da OpenAI. O depoimento ocorreu durante a fase central do processo, que questiona se a OpenAI violou compromissos de fundação.
O litígio começou há dois anos, quando Musk processou a OpenAI acusando violação de contrato de fundação ePrioridades de lucro comercial acima do interesse público. Musk criou a OpenAI em 2015 como organização sem fins lucrativos, ao lado de Sam Altman e outros pesquisadores de IA. A OpenAI subsequente criou uma estrutura com fins lucrativos para captar recursos.
Depoimentos recentes
Antes do depoimento de Zilis, Mira Murati, diretora de tecnologia da OpenAI, descreveu as semanas que antecederam a saída de Altman. Murati afirmou não confiar plenamente em Altman e citou falhas de comunicação dentro da gestão. O depoimento também abordou críticas ao conselho da empresa.
Murati relatou que o conselho não foi transparente sobre a demissão de Altman e não compreendeu adequadamente as consequências para a organização. Ela ressaltou desafios na transição de liderança e na estabilização da empresa durante o período.
O caso continua, com aguardas audiências adicionais sobre a governança da OpenAI, a relação entre as partes e as implicaçõe s legais para a estrutura da empresa. Não há conclusão anunciada e o desfecho depende das próximas etapas do processo.
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