- A Marinha do Irã informou, em X, que em caso de ataques contra embarcações iranianas no Estreito de Ormuz a resposta será pesada contra um dos centros americanos na região e contra navios inimigos.
- O IRGC afirmou que possui mísseis e drones apontados para alvos dos Estados Unidos na região.
- A declaração ocorre após os EUA terem atacado dois petroleiros iranianos na sexta-feira, 8 de maio de 2026, segundo o Comando Central dos EUA.
- O chefe da Comissão de Energia do Parlamento iraniano, Hojjat al-Islam Moussa Ahmadi, disse que ações contra petroleiros iranianos violam o direito internacional, mas não devem interromper as exportações de petróleo.
- Ahmadi disse que Teerã já planeja cenários para manter as exportações, com produção estável e sem problemas significativos no setor, mesmo diante de pressões externas.
A Marinha do Irã avisou que, em caso de ataques a embarcações iranianas no Estreito de Ormuz, a resposta será pesada. A declaração foi veiculada em sua conta oficial na rede social X, neste sábado, 9 de maio de 2026.
Segundo o comunicado, navios iranianos contam com mísseis e drones da Força Aeroespacial do IRGC apontados para alvos norte‑americanos na região. A mensagem chega após ações dos EUA contra dois petroleiros iranianos, na sexta-feira, 8 de maio.
Contexto do conflito no estreito
A agência iraniana Fars informou que Moussa Ahmadi, chefe da Comissão de Energia do Parlamento, afirmou que ataques a petroleiros iranianos violam o direito internacional, mas não impedem as exportações de petróleo do país. Ele detalhou cenários para manter o fluxo de petróleo.
Perspectivas para o setor energético
Ahmadi disse que Teerã já delineou estratégias para lidar com pressões externas e eventuais quedas de exportação ou armazenamento. A produção é apontada como estável nos campos do país, sem grandes problemas no momento.
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