- Lula publicou no X que o Brasil seguirá em tratativas para ampliar parcerias com os EUA, mantendo a soberania.
- Em encontro com Donald Trump, na quinta-feira, 7, foram discutidos comércio bilateral, negociações tarifárias, cooperação no combate ao crime organizado e minerais críticos.
- Nos EUA, Trump afirmou que existe bom relacionamento com o Brasil, citando conversas sobre tarifas e destacando o déficit entre US$ 20 bilhões (Brasil) e US$ 30 bilhões (EUA) no ano anterior.
- O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que Lula comentou a aprovação do marco legal para atrair investimentos no setor e defendeu diálogo com investidores da China, Estados Unidos, Rússia e outros.
- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou que espera avanços em acordos de cooperação com os EUA para operações de combate ao crime organizado e à lavagem de dinheiro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste sábado que o Brasil continua em tratativas para ampliar parcerias com os EUA, sem abrir mão da soberania. A declaração foi publicada pelo presidente brasileiro no X, reiterando o objetivo de fortalecer o diálogo com Washington após a reunião realizada na quinta-feira.
Na reunião, Lula tratou de comércio bilateral, negociações tarifárias, cooperação no combate ao crime organizado e exploração de minerais críticos. Na agenda institucional, também houve ênfase na continuidade das tratativas com os EUA para ampliar a cooperação econômica e de segurança.
O presidente dos EUA, Donald Trump, mencionou o “bom relacionamento” com o Brasil e indicou que foram discutidas questões tarifárias, entre outras pautas. Segundo números apontados pelo Brasil, houve déficit de US$ 20 bilhões com os EUA no último ano; números calculados pelos EUA sugerem déficit de até US$ 30 bilhões.
Deficit e minerais estratégicos
Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, Lula comentou a aprovação recente de um marco legal para atrair investimentos no setor. Silveira ressaltou a abertura para a participação de investidores da China, EUA, Rússia e outros parceiros, destacando a importância de um diálogo plural.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que pretende avançar em novos acordos de cooperação com os EUA, especialmente para operações de combate ao crime organizado e à lavagem de dinheiro. O objetivo é ampliar a cooperação bilateral nesses temas, mantendo o foco na soberania nacional.
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