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Direita pede perícia internacional após eleição no Peru por crime de 20 anos

Direita pede perícia internacional nos processos eleitorais do Peru, alegando dolo e possível prisão acima de vinte anos, com questionamentos sobre a série 900 mil

O candidato de direita Rafael López Aliaga, que alega fraude na eleição presidencial no Peru (Foto: Paolo Aguilar/EFE)
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  • O candidato de direita Rafael López Aliaga pediu perícia forense internacional nos processos eleitorais do Peru, defendendo a participação de grandes firmas como KPMG, BDO, PricewaterhouseCoopers ou EY.
  • O Peru segue sem definir o segundo turno, um mês após o primeiro turno realizado em doze e treze de abril, com problemas que levaram à renúncia e prisão de membros do órgão eleitoral e à recontagem de atas.
  • López Aliaga afirmou que a auditoria atual não basta e que houve dolo e crime, dizendo que pode haver mais de vinte anos de prisão para os envolvidos.
  • O candidato questionou a série eleitora identificada como série novecentos mil, dizendo que é improvável ter cem mil votos contabilizados entre a noite e a madrugada.
  • O Júri Nacional Eleitoral negou, em abril, o pedido de eleições complementares para redistribuir votos; até o momento, Keiko Fujimori tem 17,2% e Roberto Sánchez 12%, contra 11,9% de López Aliaga, com 99,6% dos votos apurados.

O candidato de direita Rafael López Aliaga pediu uma perícia internacional dos processos eleitorais no Peru. O primeiro turno ocorreu em 12 e 13 de abril, e o segundo turno está marcado para 7 de junho.

Segundo López Aliaga, a auditoria atual não basta, defendendo uma perícia forense realizada por grandes empresas como KPMG, BDO, PricewaterhouseCoopers ou EY. Ele afirma que há crime e que a atuação atual é inadequada.

Ao longo da apuração, houve renúncias e prisões de membros do órgão eleitoral, recontagem de atas e determinação judicial para auditar os sistemas digitais usados na eleição, segundo informações de autoridades locais.

Perícia internacional

O Júri Nacional Eleitoral do Peru (JNE) negou, em abril, pedido de López Aliaga para realizar eleições complementares para votar quem ficou de fora por problemas no pleito.

Com 99,6% dos votos apurados, Keiko Fujimori aparece com 17,2%, Roberto Sánchez com 12% e López Aliaga com 11,9%. A diferença entre o segundo e o terceiro colocados é de aproximadamente 14 mil votos.

López Aliaga questionou a série de urnas identificada como 900 mil, afirmando que seria estatisticamente improvável ter 250 mil votos nessa série em uma única noite, o que ele chamou de inconsistência.

Ele também fez uma oferta de recompensa por provas de irregularidades no processo eleitoral, segundo apuração de veículos locais.

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