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Trump se irrita com o Irã e avalia retomar operações militares

Trump se irrita com o Irã e avalia retomar ofensivas, diante do impasse em Ormuz e das disputas internas no governo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. (Foto: AARON SCHWARTZ/EFE/EPA/POOL)
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  • Trump está mais propenso a considerar retomar operações militares contra o Irã, diante do impasse sobre o Estreito de Ormuz e as negociações nucleares.
  • A contraproposta iraniana mais recente foi chamada de “totalmente inaceitável” por Trump, incluindo fim do bloqueio, Liberação de ativos, reconhecimento da soberania iraniana sobre o Estreito de Ormuz e indenização por danos.
  • O presidente afirmou que o cessar-fogo com o Irã estava “na UTI” e classificou o documento iraniano como “estúpido” e “um lixo”, dizendo que não chegou a terminar de ler.
  • Os EUA querem que o Irã abra mão de estoques de urânio enriquecido e rejeitam qualquer controle iraniano sobre o Estreito de Ormuz, ponto estratégico para o fluxo global de petróleo e gás.
  • Dentro do governo americano há posições diverentes: grupo mais duro defende pressionar Teerã com ataques puntuais, enquanto outra ala aposta na diplomacia; o papel do Paquistão como mediador também é questionado.

Trump está mais disposto a considerar retomar operações militares contra o Irã, segundo a CNN. A mudança ocorre diante do impasse no Estreito de Ormuz e da falta de concessões iranianas nas negociações nucleares.

A contraproposta iraniana, considerada por Trump “totalmente inaceitável”, incluía o fim do bloqueio a embarcações iranianas, a liberação de ativos congelados, o reconhecimento de soberania sobre Ormuz e indenização por danos.

O presidente afirmou publicamente que o cessar-fogo temporário com o Irã estava “na UTI” após rejeitar o documento, dizendo que não terminou de lê-lo. A retórica elevou o tom em meio às negociações.

Os EUA exigem que o Irã abandone estoques de urânio enriquecido e rejeitam qualquer controle iraniano sobre Ormuz, passagem estratégica para petróleo e gás. A posição norte-americana mantém o foco no endurecimento da pressão econômica e militar.

Dentro do governo, há discordância sobre a resposta ideal ao impasse. Parte dos assessores defende ações mais duras, inclusive ataques pontuais, para fragilizar o Irã nas negociações. Outro grupo defende mais tempo para a diplomacia.

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