- Trump está mais propenso a considerar retomar operações militares contra o Irã, diante do impasse sobre o Estreito de Ormuz e as negociações nucleares.
- A contraproposta iraniana mais recente foi chamada de “totalmente inaceitável” por Trump, incluindo fim do bloqueio, Liberação de ativos, reconhecimento da soberania iraniana sobre o Estreito de Ormuz e indenização por danos.
- O presidente afirmou que o cessar-fogo com o Irã estava “na UTI” e classificou o documento iraniano como “estúpido” e “um lixo”, dizendo que não chegou a terminar de ler.
- Os EUA querem que o Irã abra mão de estoques de urânio enriquecido e rejeitam qualquer controle iraniano sobre o Estreito de Ormuz, ponto estratégico para o fluxo global de petróleo e gás.
- Dentro do governo americano há posições diverentes: grupo mais duro defende pressionar Teerã com ataques puntuais, enquanto outra ala aposta na diplomacia; o papel do Paquistão como mediador também é questionado.
Trump está mais disposto a considerar retomar operações militares contra o Irã, segundo a CNN. A mudança ocorre diante do impasse no Estreito de Ormuz e da falta de concessões iranianas nas negociações nucleares.
A contraproposta iraniana, considerada por Trump “totalmente inaceitável”, incluía o fim do bloqueio a embarcações iranianas, a liberação de ativos congelados, o reconhecimento de soberania sobre Ormuz e indenização por danos.
O presidente afirmou publicamente que o cessar-fogo temporário com o Irã estava “na UTI” após rejeitar o documento, dizendo que não terminou de lê-lo. A retórica elevou o tom em meio às negociações.
Os EUA exigem que o Irã abandone estoques de urânio enriquecido e rejeitam qualquer controle iraniano sobre Ormuz, passagem estratégica para petróleo e gás. A posição norte-americana mantém o foco no endurecimento da pressão econômica e militar.
Dentro do governo, há discordância sobre a resposta ideal ao impasse. Parte dos assessores defende ações mais duras, inclusive ataques pontuais, para fragilizar o Irã nas negociações. Outro grupo defende mais tempo para a diplomacia.
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